quarta-feira, 3 de julho de 2013

Precursores de Ana Néri esquecidos e injustiçados!




O que faz uma pessoa abraçar como profissão, a missão sacerdotal  de ajudar no alívio do sofrimento do corpo e da alma daqueles que sequer conhece, senão algo bem maior que vocação e o salário!

O exemplo deixado pela enfermeira Ana Néri no passado, deveria servir de prisma e parâmetro para gestores municipais, estaduais, federais e da iniciativa privada, transformar em salário o reconhecimento pelo seu trabalho.

Por mais que enfermeiras e técnicas não admitam, as a decisão pela escolha da profissão não lhes pertencem, pois é uma semente que Deus planta somente naqueles que Ele depositou doses extras de amor, humildade e dedicação ao próximo.

Assim é inadmissível que quem é eleito para administrar recursos públicos seja injusto e, até mesmo aja de forma ilegal, com aqueles que cuidam da saúde da população.

O movimento deflagrado no Hospital Regional e, em mais quatro grandes cidades do Paraná pelos profissionais da saúde, mostra que o Estado não está fazendo sua parte com toda categoria.

O não pagamento de direitos básicos, como o pagamento de vale-transporte há vários meses, prova a falta de respeito pela categoria que menos foi valorizada pela gestão Beto Richa desde 2011.

Aliado a estas pendências, a falta de material de trabalho e leitos em grandes unidades hospitalares, gera um dificultador para que os profissionais de saúde tenham dificuldade para exercer sua função.

Um exemplo é a pediatria no Regional que, ao perder mais de 100 leitos com o fechamento do Hospital Infantil, deixa as crianças parnanguaras, a mercê de um leilão de atendimento, nos 21 leitos num cubículo de um hospital que atende mais seis municípios.

É preciso que o governador atenda o humilde grito de guerra da movimentação de terça-feira e dê o respeito que a categoria precisa e merece.  

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