quarta-feira, 3 de julho de 2013

CEI com menos de cinco meses!




O que se espera de um gestor de primeiro mandato, senão o transbordar de motivação, boa vontade e transparência no trabalho em favor de sua cidade e seu povo. Mas para isso, é que preciso que o Executivo precisa conviva, em harmonia, com o Legislativo, para que juntos, possam trabalhar em sintonia, para quem os que mais precisam deles, a população mais carente. Mas não é isso que vem ocorrendo na cidade de Antonina.

Passados menos de cinco meses da gestão de João Domero e qual o saldo deste início de mandato? Moradores da comunidade rural do Barigui recorrendo ao Ministério Público para cumprimento de promessas de melhorias na Rua Zung Sui Chen, briga com servidor municipal no interior da prefeitura, agressão verbal gratuita contra um importante formador de opinião antoninense, durante audiência pública, pedidos de informação e melhorias para os antoninenses feitos pelos vereadores sendo ignorados, principal obra de via pública não sendo fiscalizada e uma instabilidade no secretariado com tão pouco tempo de trabalho. 

Não é um bom começo para aquele que foi eleito com uma grande expectativa dos antoninenses que lhe conferiram 5.133 votos, um total de 41,12% do colégio eleitoral. A situação chegou num ponto que até mesmo o único representante do seu partido na Câmara, a vereadora Marigel, assinou o requerimento que garantiu a abertura de uma Comissão Especial de Inquérito para apurar supostas irregularidades na obra da Megapav e pode resultar numa ação de improbidade, que permite aos vereadores, pedir a cassação do prefeito no primeiro ano de gestão. 

Alguém ou alguma coisa está errada neste início de gestão, que venceu nas urnas, defendendo a bandeira de lutar por uma Antonina de verdade. É preciso que o prefeito e seu secretariado entendam que, apesar de distintos e independentes, o Executivo e Legislativo precisam ser harmônicos, pois quem perde com a animosidade é a população. 

A função dos vereadores é fiscalizar os atos da administração e criar leis, mas é para eles que a população recorre quando falta o remédio e o médico no posto de saúde, quando o buraco de sua rua está se transformando em cratera e já não permite nem o trânsito de veículos. 

Como olhos do Executivo, cabe a eles pedirem que essas melhorias, mas para isso a prefeitura tem que responder, nem que seja para dizer não.   

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