terça-feira, 20 de agosto de 2013

O Reinado de Neverland é isento de SPC e Serasa

E cá estou eu com mais uma, das muitas histórias inusitadas de uma terra linda, nascida às margens de um grande mar redondo e que tem coisas tão peculiares, que só acontecem em Neverland.  

Como todos sabem neste tão aconchegante e aprazível reinado, o sistema é monárquico e, além do rei, o poder é dividido com a Corte dos 17, que devem viver harmônicos, coisa que só é possível através da filosofia “Tropa de Elite”: quem quer rir, tem que fazer rir.

Mas hoje falo sobre o martírio que os mercadores de além mar e, até mesmo os da própria aldeia, vivem sempre que precisam prestar serviços para o Reinado de Neverland que está sempre disposto a contratar, mas possui facilidade em esquecer de pagar.  

Esta característica que não é só de Neverland e sim de quase todos os reinados, administrados por reis que, muitas vezes, confundem o baú de tesouros dos seus aposentos com o tesouro do Reinado, ocorre porque são isentos de SPC e Serasa, restritos aos plebeus.

E sempre que ocorre coroação de novos reis, quem paga a conta são os mais simples comerciantes da aldeia e, raras vezes, fortes mercadores de além de mar. E o martírio surge, não pelo valor comercializado, mas sim pelo tenebroso prazo de pagamento.

Austero, o Reinado não perdoa os simples plebeus que deixam de pagar os impostos para o tesouro real e costumar trocar chibatadas por pesadas penalizações através de multas pela demora na quitação de suas obrigações.

Mas o Reinado, imune ao SPC e Serasa, se diverte ao pagar mercadores e aldeões, meses após ter recebido o serviço contratado. A diversão se deve porque o rei sabe que os plebeus não estão imune ao SPC e Serasa. Mas assim funciona o sistema.





quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Contagem regressiva para a inauguração do Muffato Max


Agora é oficial. 

A loja do Muffato Max de Paranaguá abre as portas para o público no próximo dia 06, a partir das 7h30. 

O gerente Márcio Beraldo e sua equipe estão trabalhando a todo vapor para que os consumidores possam aproveitar as novidades, ofertas e promoções que a rede preparou especialmente para a inauguração.

O Muffato Max tem 11mil mde área construída, estacionamento coberto, praça de alimentação e fica na Av. Coronel José Lobo, 939. 

A loja funciona de segunda a sábado, das 7h30 às 22h e aos domingos e feriados das 8h00 às 20h00.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Temos vereador independente e corajoso na Câmara?

Nesta semana o JB trouxe a confusão que a agência A Cidade Propaganda que foi do prefeito José Baka Filho, foi mantida pelo prefeito Roque e agora é do prefeito Kersten está encarando na Bahia.

Por se tratar de uma denúncia de envolvimento com prefeituras municipais na sua área de trabalho, ou seja, agenciamento de publicidade e marketing, nada impede que o que, supostamente, rolou por lá pode ter rolado por aqui e ainda estar rolando.

Mas é para isso que existe o Poder Legislativo, fiscalizar o Executivo, e assim quero ver se no retorno do recesso, dia 6, temos algum vereador independente e corajoso para fazer um pedido de informação sobre a empresa...

Vou aguardar...

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Lindo gesto de paizão de Beto Richa


Apesar de todo assédio da imprensa e políticos, poucos perceberam o lindo gesto de paizão do governador Beto Richa, agora, pela manhã, em pleno palco Tutoia.

Ele percebeu a dificuldade de um de nossos alunos para amarrar o tênis e não pensou duas vezes, começou orientá-lo como fazer o nó e só parou depois que o menino conseguiu. Repare na sequência.

Diferenças políticas a parte deste jornalista do PT, o governador mostrou que é sensível e não tenho nenhuma dúvida que deve ser um paizão para seus filhos, desde que eram pequenos. Gostei

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Príncipe ignora o motim hierárquico de Neverland


E no reinado de Neverland a tristeza se abateu na plebe e, mais ainda, entre duques e lordes que tanto beijavam a mão do saudoso Rei vermelho que se foi precocemente.  Mas a vida continua e o príncipe que comanda a Corte dos 17 parece não ter dado conta.

Protegido no seu castelo próximo das margens do rio que ceifou a vida de tantos carijós e negros escravizados, o príncipe ignora o motim político que tomou conta das diversas clãs que ajudavam o rei vermelho comandar Neverland.

Neste motim, encabeçado pelo fiel escudeiro que havia abandonado a arena e, de sobressalto, se viu, novamente, gladiador, generais de outras batalhas estão emprestando sua espada e experiência de combate e se preparando para as próximas batalhas no reinado.

Mesmo ciente da força emocional que o rei vermelho deixou como herança, o príncipe não se dá conta que as peças do xadrez já estão sendo mexidas pelo gladiador e seus generais, muitos deles, exímios estrategistas e com forte identidade junto aos plebeus.

É preciso que os fiéis escudeiros espantem as moscas tsé-tsé que rodeiam o castelo do príncipe e o fazem não perceber o que está ocorrendo no reinado de Neverland. Até porque num jogo de xadrez é preciso prever a as jogadas que estão por acontecer, senão o xeque mate é inevitável.

Coisas que acontecem só mesmo em Neverland.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Uma Fernandes, prefeita de Paranaguá

E pensar que, hoje, nossa família, Fernandes, poderia estar no comando político da cidade...

Neste dia minha da inauguração do comitê do PRTB, prima Vera Fernandes Trotta Telles recusou o convite para ser vice-prefeita feito pelo prefeito Roque...

Uma das muitas histórias de oportunidades da área política que irão estar no livro que estou escrevendo "Bastidores do poder na Terra de Fernando Amaro"...

Aguardem...



quinta-feira, 18 de julho de 2013

1ª Conferencia Municipal de Meio Ambiente dia 22

Acontecerá a 1ª Conferencia Municipal de Meio Ambiente de Paranaguá
Dia 22/ 07/2013 (2ª feira)
Local: FAFIPAR
Horário: das 08 horas  às 17horas
Credenciamento no local; das 08 horas às 9 horas
Participem

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Em Morretes, retaliação foi na base do calor


Nesta onda de manifestação e protestos com a política e políticos , houve muita retaliação pelo Brasil afora, desde gás e spray de pimenta, bala de borracha entre outra ações.

Aqui no litoral única que retaliação que percebi nas manifestações que cobri, aconteceu justamente na pacata e bela cidade de Morretes.

Lá o movimento teve um peso maior, porque foi liderado pelo Padre Luis Gonzaga Pires e a população morretense veio às ruas, desde jovens, crianças, idosos, famílias inteiras e todo tipo de trabalhadores, principalmente os da área da saúde.

O final do movimento foi diante da Câmara, onde o padre deu um discurso fantástico cobrando vereadores e prefeito. Foi aí que tiveram o gesto democrático de dar a palavra para o padre durante a sessão. Péssima ideia.

O padre que já tinha falado algumas verdades do falo de fora, teve a oportunidade de falar diretamente aos vereadores e com a Câmara lotada e gente de pé. Aí não deu outra, mico ao vivo.

Entre muitas verdades, o padre disse em plena Câmara, diante de todos vereadores o seguinte: “Vocês 11 foram eleitos para serem nossos representantes e eu sinto que nós não estamos sendo bem representados. Num país que falta médico, Morretes dispensou o médico, num país que falta dinheiro, Morretes devolveu R$ 4 milhões...” E por aí afora.

Neste momento foi que notei que estava suando bicas, assim como a maioria das pessoas que estavam na sessão. Foi quando notei que todos os ventiladores estavam simplesmente desligados.

Achei um absurdo aquilo e perguntei para uma funcionária da Câmara se eles não estavam funcionando e ela disse que estavam. Perguntei por que estavam desligados, diante de tanto calor e tantas pessoas, aí ela soltou uma pérola: “é só pedir para ligar”.

Aí não teve jeito, fotografei os ventiladores parados, enquanto o padre sentava a lenha. Imediatamente a funcionária foi pedir para ligar. Bom se isso não foi retaliação ao movimento e ao padre, não imagino o motivo pelo qual estavam fazendo todos suarem na sessão.  




Helder desmente padre Luis Gonzaga e diz que não demitiu médicos em Morretes


Aderindo a onda de manifestações que ganharam as ruas e avenidas de todo o país, liderada pelo Padre Luis Gonzaga Pires, a população de Morretes realizou uma manifestação pública n dia 26 do mês passado, clamando por mais saúde, justiça e dignidade.   

Entre os diversos cartazes que os morretenses levaram na manifestação, muitos deles cobravam o prefeito Helder Teófilo dos Santos (PSDB), o grave problema da saúde e criticavam-no pela dispensa de quatro médicos que atuavam no Programa Estratégia Saúde da Família (ESF) que acabou desativado e de unidades básicas de saúde da cidade. Alguns cartazes pediam o retorno dos médicos Schmidt e Ana Paula.  

Diante da Câmara de Vereadores, o padre Luis Gonzaga, fez um discurso inflamado, cobrando trabalho dos vereadores e ressaltou que a Diocese de Paranaguá e o Bispo Dom João Alves dos Santos apoiavam o momento popular feita na cidade.

A concentração ocorreu diante da igreja matriz de Nossa Senhora do Porto, a partir das 18 horas e ganhou as ruas da cidade em direção a Prefeitura Municipal e Câmara de Vereadores. Cerca de 150 pessoas, divididas entre crianças, estudantes, adolescentes, adultos e idosos, além de famílias inteira e até mesmo bebê de colo, pintaram os rostos de verde e branco, levaram bandeiras, do Brasil, faixas e cartazes com reivindicações e críticas a administração atual, a maioria delas, voltadas contra a saúde.

Ao lado padre Luis Gonzaga, o presidente do Conselho Municipal de Saúde de Morretes, chamavam a população para ir às ruas. Segundo o presidente, a cidade está sem médico para atender o ESF e os postinhos de saúde. “Já emitimos um ofício ao prefeito municipal e ele disse; “nós vamos resolver o problema”. Só que já faz 15 dias que estamos sem médico da família e sem médicos no postinho, então recorremos a manifestação e a Câmara de Vereadores e estamos aguardando. Está aí o povo e o povo quer resposta”, disse o presidente.

Chamado pelos vereadores para falar sobre o movimento na tribuna da Câmara de Vereadores, o padre reforçou a cobrança da população sobre a saúde e os médicos. “Num país que falta médico, Morretes dispensou o médico, num país que falta dinheiro, Morretes devolveu R$ 4 milhões”, disparou o padre.


O que disse o prefeito Helder

A reportagem do JB enviou mensagem para assessoria de imprensa do prefeito Helder, para saber os motivos da dispensa dos médicos informados na manifestação e pelo padre Luis Gonzaga na tribuna da Câmara, além da situação da saúde na cidade. Em sua resposta, o prefeito desmentiu, de forma taxativa, o padre e os cartazes da manifestação que foram fixados no prédio da Câmara. Ela afirmou que ninguém foi demitido. No caso dos dois médicos que atuavam nos postos de saúde, a prefeitura disse que não foram demitidos. Eles tinham contrato firmado em dezembro de 2012, com término em 11 de junho deste ano. Na última quarta-feira a reportagem do JB esteve no posto de saúde que fica na Secretária de Saúde, no período da tarde, e observou que os médicos Humberto e Dilberto, atenderam apenas 23 senhas pela manhã, 11 o primeiro e 12 o segundo. Porém, as atendentes informaram que naquele período não havia médico e que somente na sexta-feira haveria médico no posto. Questionado o que deveria fazer um morretense, caso alguém de sua família ficasse doente no período da tarde, o prefeito, mais uma vez, foi taxativa “Se dirigir ao Hospital, o qual conta com plantão médico 24 horas”. Questionado ainda como está sendo feito o atendimento básico e emergencial da população, mais uma vez, a prefeitura disse que está sendo feito através do atendimento do Hospital, plantão 24 horas.

Sobre as soluções que a prefeitura busca para contratar médicos e suprir a demanda de atendimento básico, o prefeito explicou que está buscando e trabalhando incansavelmente na procura de médicos. “Já divulgamos em grandes hospitais como HC, Evangélico, Angelina Caron e outros, inclusive no próprio CRM (Conselho Regional de Medicina. Também abrimos o credenciamento que está disponível na página da Prefeitura de Morretes: www.morretes.pr.gov.br. Esperamos que com essas medidas resolveremos a essa situação”, disse o prefeito afirmando que a meta do Governo Federal é reativar o ESF de Morretes, de forma legal e transparente.

Questionado sobre sua opinião a respeito do movimento encabeçado pelo padre Luis Gonzaga, o prefeito disse desconhecer que a manifestação tenha sido encabeçada por ele. “Reconheço sim, um descontentamento nacional com relação ao Governo Federal, que decidiu investir em estádio faraônicos e permitir que a saúde, educação e segurança virassem um caos, uma falta de respeito com a população”, justificou o prefeito.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Muffato nem inaugurou e querem ferrá-lo na justiça




Adoro minha terra natal e nela quero morrer, mas tem coisas que só acontecem em Paranaguá mesmo. O Super Muffato ainda nem concluiu sua obra e um forte grupo empresarial já entrou na justiça contra a iniciativa do Muffato instalar posto de combustível na loja.

Não é preciso fazer muito esforço para saber o que desta sacanagem, pois a ideia da loja é vender gasolina a preço de Curitiba e aí teve quem surtou.  O lobby existente nesta área não admite concorrência justa e quer preço “tabelado por cima” por aqui.

Hoje estive em Curitiba e veja a placa do preço dos combustíveis em um dos postos da área central. Não está explicado a razão do boicote ao posto do Muffato?

Na semana que vem o Jornal dos Bairros vai mostrar este assunto.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Justiça seja feita, luz e arquibancada no Nelson Medrado foi Tortato ...



Lendo uma reportagem feita ontem sobre o prefeito Roque e o Rio Branco, tendo como fonte o colega Amilton Aquim, vi que ele se equivocou ao creditar ao saudoso prefeito Roque coisas feitas por Tortato pelo Leão da Estradinha, quando prefeito da cidade.

Vale dizer que a nova arquibancada da Nelson Medrado Dias, aquela que fica na Alameda Coronel Elísio Pereira, foi feita por Tortato, com recursos que ele passou para Fundesportes, que, na época, tinha como presidente, Mariozinho Lobo.

E na verdade a iluminação noturna e refletores, também foi coisa do prefeito Carlos Tortato, inaugurada em plena campanha eleitoral de Roque de 1998, na partida onde o Leão da Estradinha empatou em 2 a 2 contra o meu Coritiba. Eu estava lá.  

Também teve mérito nesta iluminação noturna, o ex-presidente da Federação Paranaense de Futebol, Onaireves Rolim de Moura, que cedeu para Tortato, todos os postes de iluminação, graças a coincidência de um encontro casual numa viagem área.

Não diminuo o trabalho do prefeito Roque para seu querido e apaixonado Rio Branco, onde até craque ele foi, mas que a verdade seja dita. 

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Roque encerra um ciclo político em Paranaguá




É 1992, ano do elemento água no zodíaco chinês e, mesmo Paranaguá não sendo do continente asiático, as urnas levaram água abaixo com o Vicentismo que dominou a política por 16 anos.

O povo queria mudança, algo novo, mesmo que não fosse da terra de Fernando Amaro e a faixa portuária aportou no cais partidário elegendo Carlos Tortato, iniciando o ciclo dos prefeitos sindicalistas.

O ciclo se completou com a Câmara elegendo Roque como o vereador mais votado na época e assim, Executivo e Legislativo, tinham a hegemonia sindical comandando a cidade.

O trabalhador portuário percebeu a força que tinha e soube capitalizar lideranças e, juntos, evitaram o retorno do Vicentismo com mais uma vitória de Roque, o ciclo é consolidado.

Mas Roque é reeleito, sepultando o Vicentismo mantendo o ciclo no poder. Agora são dois sindicalistas lutando para amarrar a corda no cabeçote do São José. Entre Tortato e Baka, vinga o portuário.

Na disputa pela segunda década de comando da cidade, Roque volta, revigorado, com discurso de diálogo, sozinho e adormece o surgimento de  novos ciclos vindos da juventude.

Mas a ampulheta sindical rompe e quebra, justamente, no melhor momento de quem não foi tão brilhante nos últimos quatro anos, como um raio frustra o continuísmo sindical, Roque morre e leva com ele, o ciclo que consolidou.

É o fim da era dos prefeitos sindicalistas? Não será possível resgatar o carisma e liderança de Tortato? Talvez. Mas a juventude é impetuosa, nocauteada em 2012 apenas dormiu, mas acordará em 2016.

E os sindicalistas terão pela frente a energia de jovens como Pioli, Marquinhos ou Telo, Maranhão, Alceuzinho, Ricardo, Marcio Costa, além de surpresas que podem surgir nos próximos três anos.

Um fato é passível de plena concordância, Roque se foi, mas deixou um legado e um reduto eleitoral que só mesmo os filhos terão como capitalizar em 2016. 

Mas que tenham sabedoria para administrar essa vantagem na família, pois já teve quem não soube e não conseguiu a chegar a lugar nenhum nas urnas até hoje.

Só nos resta esperar os acontecimentos.  

  


Um parlamento de debates, mas com projetos!


Já se foram três meses de uma nova legislatura do Poder Legislativo de Paranaguá e a impressão que temos, assistindo as sessões, é de uma Câmara formada por vereadores reeleitos, acostumados com o dia a dia e sem a motivação do primeiro mandato.

Mas apenas sete vereadores são novatos, estreantes de um cargo que tem a obrigação de fiscalizar o Executivo e criar leis. Durante a campanha, eles prometeram ações e projetos para melhorar a qualidade de vida da população e, no horário político, oficializaram suas intenções e propostas. 

A expectativa dos seus eleitores era que, assim que passassem trabalhar, colocasse em prática tudo o que prometeram. E não só eles, bem como todos os 17 vereadores, inclusive os verdadeiramente reeleitos e os que retornaram.     

Mas não é o que tem ocorrido, pelo menos de fevereiro até abril deste início de mandato. Dos novatos, apenas Adalberto Araújo já desenvolveu um projeto de lei voltado para transparência, o Ficha Limpa. ]

Dos que retornaram, Maranhão e Marcio Costa já trabalham na busca de uma nova Comissão na Câmara e da oficialização da Paixão de Cristo na cidade. Enquanto que dos reeleitos, Ricardo e Nagel já apresentaram projetos de lei. 

O primeiro foi vitorioso com a Repristinação sem que ela precisasse ser aprovada, enquanto Nagel, aproveitou a ideai do ex-vereador Rafinha de 2012 e tenta por fim da dupla função de motorista nos ônibus da Viação Rocio.

Cinco projetos para um total de 17 vereadores é muito pouco quando se gastou mais de R$ 800 mil em salários até agora. Sem dizer que todos eles ganharam seu salário em janeiro, sem precisar trabalhar e tiveram tempo o suficiente para pensar em projetos.     

A grande preocupação dos vereadores, atualmente, é com o tempo de fala no plenário, a briga pelos apartes, a disputa por quem mais errou e já está errando no Executivo e desvios de conduta administrativos. 

É como se a disputa eleitoral ainda não tivesse acabado. 

É preciso que todos entendam que o Legislativo é muito mais que isso e a população precisa que a coisa funcione para que a cidade e a prefeitura possam funcionar.

Precisamos sim de um parlamento com debates, mas de uma forma que sobre tempo para fiscalização efetiva e criação de projetos que façam da vida do parnanguara, um pouco melhor a cada ano. 

E muito disto depende de um legislativo independente, porém, harmonioso entre si e com o Executivo.



O que comemorar do Dia Nacional do Presidiário?


No Dia do Professor, comemorado 15 de outubro, comemora-se o importante trabalho deste profissional que ensina médicos, advogados, metalúrgicos, juízes e até presidentes. 

Da mesma foram ocorre com o Dia do Médico, que salva vida, mas o que se pode comemorar no Dia do Presidiário? 

Afinal, trata-se de alguém que, mesmo contra a vontade, cometeu um crime contra sociedade. Mas a data também vai beneficiar os que cometem crimes por sua própria vontade e, muitas vezes, com requintes de crueldade. Ou seja, estupradores, latrocidas, sequetradores, assassinos, pedófilos e traficantes, também são presidiários e, se depender do deputado federal petista Domingos Dutra, no dia 25 de junho,todos irão poder comemorar o Dia Nacional do Presidiário.

Para quem já está nervoso nesta altura do editorial, é bom ressaltar que tudo isso pode ser realidade, pois se trata do Projeto de Lei 2230/2011 que quer instituir no Brasil, o Estatuto do Presidiário.

A lei tramita no Câmara de Deputados, fazendo com que as Câmara Permanentes daquela Casa de Leis, perca seu tempo analisando o conteúdo de um absurdo como este. Mas a data comemorativa não é nada comparado ao que o deputado federal pretende com seu projeto de lei. 

Entre as vantagens aos detentos, estão fornecimento de hidratante corporal e condicionador de cabelo nas cadeias e13 médicos, oito dentistas, oito psicólogos, 30 professores e 60 instrutores para atender ao detento.

O projeto prevê ainda punições a juízes e promotores públicos que não fiscalizam as condições dos presídios, após a aprovação do projeto de Lei, o que pode ocasionar, inclusive, prisão de quatro anos para as autoridades. 

Da mesma forma, os carcereiros que não oferecem os materiais de higiene aos detentos, entre eles o condicionador e o hidratante, poderão ser presos por seis anos.

Como um trabalhador que tem dificuldade de encontrar médico no posto de saúde, derrama seu suor para ganhar o pão de cada e usa sabonete no seu banho, entenderá um absurdo como este?





















CEI com menos de cinco meses!




O que se espera de um gestor de primeiro mandato, senão o transbordar de motivação, boa vontade e transparência no trabalho em favor de sua cidade e seu povo. Mas para isso, é que preciso que o Executivo precisa conviva, em harmonia, com o Legislativo, para que juntos, possam trabalhar em sintonia, para quem os que mais precisam deles, a população mais carente. Mas não é isso que vem ocorrendo na cidade de Antonina.

Passados menos de cinco meses da gestão de João Domero e qual o saldo deste início de mandato? Moradores da comunidade rural do Barigui recorrendo ao Ministério Público para cumprimento de promessas de melhorias na Rua Zung Sui Chen, briga com servidor municipal no interior da prefeitura, agressão verbal gratuita contra um importante formador de opinião antoninense, durante audiência pública, pedidos de informação e melhorias para os antoninenses feitos pelos vereadores sendo ignorados, principal obra de via pública não sendo fiscalizada e uma instabilidade no secretariado com tão pouco tempo de trabalho. 

Não é um bom começo para aquele que foi eleito com uma grande expectativa dos antoninenses que lhe conferiram 5.133 votos, um total de 41,12% do colégio eleitoral. A situação chegou num ponto que até mesmo o único representante do seu partido na Câmara, a vereadora Marigel, assinou o requerimento que garantiu a abertura de uma Comissão Especial de Inquérito para apurar supostas irregularidades na obra da Megapav e pode resultar numa ação de improbidade, que permite aos vereadores, pedir a cassação do prefeito no primeiro ano de gestão. 

Alguém ou alguma coisa está errada neste início de gestão, que venceu nas urnas, defendendo a bandeira de lutar por uma Antonina de verdade. É preciso que o prefeito e seu secretariado entendam que, apesar de distintos e independentes, o Executivo e Legislativo precisam ser harmônicos, pois quem perde com a animosidade é a população. 

A função dos vereadores é fiscalizar os atos da administração e criar leis, mas é para eles que a população recorre quando falta o remédio e o médico no posto de saúde, quando o buraco de sua rua está se transformando em cratera e já não permite nem o trânsito de veículos. 

Como olhos do Executivo, cabe a eles pedirem que essas melhorias, mas para isso a prefeitura tem que responder, nem que seja para dizer não.   

Precursores de Ana Néri esquecidos e injustiçados!




O que faz uma pessoa abraçar como profissão, a missão sacerdotal  de ajudar no alívio do sofrimento do corpo e da alma daqueles que sequer conhece, senão algo bem maior que vocação e o salário!

O exemplo deixado pela enfermeira Ana Néri no passado, deveria servir de prisma e parâmetro para gestores municipais, estaduais, federais e da iniciativa privada, transformar em salário o reconhecimento pelo seu trabalho.

Por mais que enfermeiras e técnicas não admitam, as a decisão pela escolha da profissão não lhes pertencem, pois é uma semente que Deus planta somente naqueles que Ele depositou doses extras de amor, humildade e dedicação ao próximo.

Assim é inadmissível que quem é eleito para administrar recursos públicos seja injusto e, até mesmo aja de forma ilegal, com aqueles que cuidam da saúde da população.

O movimento deflagrado no Hospital Regional e, em mais quatro grandes cidades do Paraná pelos profissionais da saúde, mostra que o Estado não está fazendo sua parte com toda categoria.

O não pagamento de direitos básicos, como o pagamento de vale-transporte há vários meses, prova a falta de respeito pela categoria que menos foi valorizada pela gestão Beto Richa desde 2011.

Aliado a estas pendências, a falta de material de trabalho e leitos em grandes unidades hospitalares, gera um dificultador para que os profissionais de saúde tenham dificuldade para exercer sua função.

Um exemplo é a pediatria no Regional que, ao perder mais de 100 leitos com o fechamento do Hospital Infantil, deixa as crianças parnanguaras, a mercê de um leilão de atendimento, nos 21 leitos num cubículo de um hospital que atende mais seis municípios.

É preciso que o governador atenda o humilde grito de guerra da movimentação de terça-feira e dê o respeito que a categoria precisa e merece.