sexta-feira, 7 de dezembro de 2012


Não é coisa nossa e sim da imobiliária!

Desde que deixei o aconchegante bairro do Alvorada na Rua Major Ernani Vidal, um cenário de relaxo e tremenda falta de cidadania, coisa que combato ativamente na cidade, através da imprensa, se mantém até hoje.

Na calçada diante da casa onde morava, alugada pela imobiliária HD Imóveis, um monte de entulho está desde que saímos de lá. Parte dos entulhos são de móveis que não levamos e avisamos a imobiliária que ficaria numa edícula que reformamos totalmente.

É bom que se diga que essa edícula, quando chegamos estava recheada de entulhos e num abandono total que nos custou duas caçambas apenas para limpá-la. Assim sendo deixamos neste local, mas de forma ordeira, móveis que não nos interessavam.

Mas após a entrega não sei por parte de quem, tudo isso foi despejado na calçada e, com a formação do lixão, houve quem aproveitasse e aumenta a situação lamentável que lá se encontra, como se pode ver nesta foto.

Assim em respeito aos vizinhos que lá permaneceram, inclusive, o sócio proprietário do jornal Folha do Litoral, Luis Carlos, quero deixar claro que esta situação não é coisa nossa e sim de responsabilidade da imobiliária, que poderia pagar uma caçamba e resolver problemas a meses.  

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012



DENÚNCIA DÁ RESULTADO

JB cobrou e Appa retorna ônibus para
o transporte de tpa na faixa portuária

Denunciada precariedade na logística na faixa portuária, Appa alegou que transporte de tpa no cais é responsabilidade do Ogmo.

Fazendo desde 2008 o transporte de trabalhadores portuários avulsos (tpas), tripulantes e funcionários que atuam na faixa portuária, a Administração dois Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), trocou o ônibus que prestava este serviço por duas Kombis, até a porta de uma delas cair, em plena atividade, fruto da precariedade deste serviço na área primária do porto.    
Denunciada pelo JB a queda na estrutura que o porto destinava para o tpa atuar na operação portuária, a Assessoria de Comunicação da Appa enviou nota a redação dizendo que “por entendimento do Ministério do Trabalho e Emprego, não cabe à Autoridade Portuária (Appa) o transporte dos trabalhadores portuários avulsos”. Disse ainda que cabe ao Órgão Gestor de Mão de Obra (OGMO) a contratação de empresa para prestar o serviço de forma mais eficaz, eficiente e segura.
Na semana seguinte a denúncia, a Appa contratou uma empresa para realizar o serviço e, logo na primeira viagem do ônibus, no turno das 19 horas, os tpas se recusaram serem transportados no ônibus pelo fato do motorista não ser um avulso com registro do Ogmo e houve um princípio de confusão.
Na semana seguinte, depois de novos entendimentos, os tpas acataram a decisão de a empresa realizar o transporte com motorista próprio e, desde então, todos os tipos de trabalhadores e tripulação dos navios, nacional e estrangeiro, voltaram ser transportados por ônibus fornecido pela Appa.
Esta posição da Appa, dando conta que não lhe cabe realizar o transporte dos tpas chamou a atenção, em razão que, em 2008, o porto adquiriu três novos microônibus, iguais aos que o Governo do Estado distribui para transporte escolar.
Na época eles foram adesivados com motivos de trabalho portuário. Um deles ficava a disposição para receptivo turístico ao porto. Em março 2010, a Appa recebeu mais um microônibus, juntamente com novas viaturas para Guarda Portuária. A Kombi que teve a porta caída foi comprada na gestão anterior e era usada para serviços e levar familiares de portuários para hospitais em Curitiba, mas ficou atendendo aos tpas.

ENTREGA DAS CASAS ERA 
PARA DEZEMBRO


Sem trabalhadores, obra das casas no Batel é o retrato do desperdício e incompetência

Faltando um mês do início da construção das 53 casas para famílias desabrigadas da chuva de 11 de março, feita pelo secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, o canteiro de obras está sem trabalhadores e materiais de construção abandonados e espalhados por todos os cantos em Antonina.
Sem tapumes e com acesso para quem quiser entrar, o Projeto Habitacional Campo do Batel, uma parceria que envolve o Governo do Estado, através da Cohapar e Copel e o Governo Federal, através do Ministério da Integração Social.  
As casas fazem parte do Programa “Morar Bem Paraná – SOS Litoral”, do Governo do Estado e envolve recursos na ordem de R$ 4,5 milhões e fazem parte de um pacote total de 88 unidades que seriam construídas, em duas etapas, para atender às vítimas das fortes chuvas do ano passado.
De acordo com reportagem veiculada na Agência Estadual de Notícias no dia 11 de março deste ano, a primeira fase que compreende as atuais 53 unidades ao custo de R$ 2.284.340,82 deveriam ser entregues no segundo semestre deste ano, ou seja, até o final de 2012. Este prazo não é possível cumprir, uma vez que a construção está paralisada. Não tem nenhum trabalhador em atividade no canteiro de obras. 
A reportagem do JB esteve no local e constatou que até mesmo argamassa pronta para uso foi abandonada e chegou ao ponto de empedrar. Areia de construção estão espalhadas, da mesma forma que tijolos, ferro para armação e telhas, muitas delas, quebradas.
Algumas unidades estão adiantadas e outras não possuem sequer o reboco nas paredes. As casas que possuem 43,75 m² e 48,19 m², apresentam uma arquitetura diferenciada e que vai contra o projeto original que contemplaria as necessidades dos deficientes físicos e seriam adaptadas. Todas as portas de entrada possuem escada com degraus, sem rampa.
  De acordo com informações dos vizinhos o constante “troca troca” de empreiteiras na execução desta obra é a principal culpado da obra não seguir o cronograma estabelecido.  
Nesta semana o JB fará contato com a Cohapar para saber os motivos pelo qual a obra está paralisada e quando as pessoas irão receber as chaves de sua residência. 

Obra na via pública vingou e foi protesto de solução

E não é que o absurdo que registrei neste espaço, apesar de ilegal e, de fato absurdo, tem uma explicação justa e lógica? Isso mesmo. Falei com o autor da façanha, o empresário Betinho Junior, e avisei que ele tinha feito algo ilegal. Foi aí que ele justificou sua atitude dizendo que a obra foi um ato de protesto, porque há dois anos que ele pede que seja consertado pela prefeitura, um afundamento na via pública diante de sua distribuidora e pizzaria e até agora nada.
Ele contou que diversas vezes procurou o então secretário municipal de Obras, Geraldo Taques para resolver o problema e recebeu dele, apenas promessas durante todo esse período. Aí não deu outra, ele fez a obra para evitar que o afundamento não leve esgoto para sua distribuidora. E a obra vingou, está pronta. Ilegal, mas bem justificado. 


Placa do Barão logo imitará o Palmeiras


Apesar de ter alertado neste espaço sobre o descaso com a grana do povo no caso da placa da Rua Barão do Rio Branco, no terreno onde um dia foi o Seletão, absolutamente nada foi feito. A placa que na esposa estava quase caindo, agora, está pertinho de seguir a mesma sina do Palmeiras do colega Valdinei Garcia, meu genro Rodrigo, minha amiga Kettleyn (Kurika) entre outros, ou seja, cair de uma vez (foto). Não entendo porque a prefeitura não pega a placa, retira do local, dá uma arrumada e coloca num ponto que seja útil aos parnanguaras, visitantes, entregadores e comerciantes, principalmente, os de fora. Seria uma forma simples de valorizar o dinheiro dos impostos que o povo é obrigado pagar. È minha dica.



Depois da tempestade vem a bonança. Vereador que o diga

Ontem tivemos a diplomação do prefeito eleito e dos vereadores e, nada melhor que os próprios vereadores para justificarem a essência da máxima popular; depois da tempestade vem a bonança. E bota bonança nisto.

Mas serei um pouco mais objetivo nesta constatação.

Os vereadores viveram um mês e meio de campanha numa loucura atrás de grana e votos, passaram uma ansiedade enorme na apuração e depois com o resultado favorável, relaxaram e aguardam a posse dia 1º de janeiro. E daí?

Ora a partir do dia 1º, como vereadores empossados, ficarão 30 dias sem fazer absolutamente nada e, no final do mês, embolsarão exatos R$ 9.750,00 (bruto). Ainda garantem dois salários de R$ R$ 1.017,00 para seus assessores nomeados em janeiro.

Irão começar trabalhar, de fato, a partir de fevereiro. E todos os demais três anos será a mesma coisa, recesso de dezembro e retorno em fevereiro. Ou seja, ganham dos cofres públicos 13 meses de salários por 11 meses trabalhados.

Não é bonança????



domingo, 2 de dezembro de 2012

Em 2013 a probabilidade de a coisa continuar 

do jeito que está é muito grande...