domingo, 25 de março de 2012

Porto de Pontal rola neste ano!

Está no site www.aguasdepontal.com.br a noticia que o governo do Estado promete retomar neste o projeto do porto em Pontal do Paraná. No balanço que fez do primeiro ano de gestão, o secretário da Infraestrutura e Logística, Pepe Richa, citou o porto em Pontal como uma das metas da secretaria. Para o nosso porto, Pepe prometeu dar continuidade às obras de dragagem e modernização do terminal de grãos. Existe ainda a intenção de dinamizar os portos de Antonina e o futuro terminal de Pontal do Sul. Vale dizer que o porto de Pontal é um empreendimento privado na Ponta do Poço paralisado há aproximadamente dez anos. O projeto data de meados da década de 1990 e nunca chegou a entrar em operação.

Extintor com plástico dá multa de R$ 127,50

Essas mudanças estão valendo desde o dia 1º deste mês, sem dizer que para as novas carteiras serão incluídos novos conteúdos, além de uma nova carga horária. A carga horária do curso teórico vai passar de 30 para 45 horas aula e a do prático, de 15 para 20 horas aula. Outra armadilha se encontra no extinto de incêndio. Assim que você trocar o extintor faça na mesma hora a retirada do plástico do extintor e por quê? É mais uma regulamentação sem a devida divulgação. O extintor de fogo obrigatório do carro tem que estar livre do plástico que acompanha a embalagem. Se um policial rodoviário parar seu carro e verificar que o extintor está protegido pelo plástico, vai rolar 5 pontos na carteira e mais R$ 127,50.

Crime ambiental? Denuncie ao IAP

Nada melhor que a população para ajudar as autoridades conseguir punir pessoas, políticos, segmentos e empresas que agem contra a lei em toda e qualquer área. Existem São muitos os números gratuitos para denunciar desde exploração infantil, pedofilia, tráfico, entre tantos outros.

Nesta temporada a campanha do Governo Estadual “Verão Paraná 2011/2012” no Instituto Ambiental do Paraná (IAP) criou um número gratuito para denuncias de crimes ambientais. Assim você que tem conhecimento que alguém está prejudicando a flora e fauna, denuncie. Não precisa se identificar. Basta ligar para 0800-643-0304 – Opção 5 e pronto, você deu condições para equipe de fiscalização do IAP entrar em campo e checar a situação criminosa. Denuncie.

Crime ambiental? Denuncie ao IAP

Nada melhor que a população para ajudar as autoridades conseguir punir pessoas, políticos, segmentos e empresas que agem contra a lei em toda e qualquer área. Existem São muitos os números gratuitos para denunciar desde exploração infantil, pedofilia, tráfico, entre tantos outros.

Nesta temporada a campanha do Governo Estadual “Verão Paraná 2011/2012” no Instituto Ambiental do Paraná (IAP) criou um número gratuito para denuncias de crimes ambientais. Assim você que tem conhecimento que alguém está prejudicando a flora e fauna, denuncie. Não precisa se identificar. Basta ligar para 0800-643-0304 – Opção 5 e pronto, você deu condições para equipe de fiscalização do IAP entrar em campo e checar a situação criminosa. Denuncie.

quinta-feira, 15 de março de 2012

PLURALIDADE SINDICAL



Sindicap E Sismup barram tentativa
da UGT/Litoral invadir base sindical



A tentativa de dividir a categoria criando novos sindicatos na mesma base territorial, essência de quem investe na pluralidade sindical, feita pela central sindical União Geral dos Trabalhadores (UCT) do Litoral foi barrada pelo Sindicato dos Condutores de Veículos Rodoviários e Anexos de Paranaguá (Sindicap) e pelo Sindicato dos Servidores Municipais de Paranaguá (Sismup) nas cidades de Paranaguá e Antonina.

A tentativa de invasão das bases sindicais do Sindicap e do Sismup ocorreu de forma simultânea, no dia 30 de janeiro, em diferentes horários, mas pelas mesmas lideranças sindicais, o presidente da UGT Regional Litoral, Jaime Ferreira dos Santos e o Secretário Executivo da UGT Paraná Yuri Guermann Ribeira Nunes.

No caso do Sindicap, Jaime e Yuri, tentaram fragmentar a categoria em Paranaguá e Antonina, fundando o que seria o Sindicato dos Trabalhadores Condutores de Veículos Motonetas e Motocicletas do Litoral do Estado do Paraná, categoria representada pelo Sindicap em ambas as cidades.

Para frear a invasão de mercado, o Sindicap contou ainda com o apoio e a presença na cidade do presidente da Federação dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Paraná (Fetropar), Epitácio Antonio dos Santos.
De acordo com Josiel Veiga, presidente do Sindicap, este tipo de atitude não é esperada por quem conhece a essência do sindicalismo, que é a união e não a fragmentação dos trabalhadores.

Surpreendidos pela presença dos dirigentes, os mesmos alegaram que havia um erro no edital e que a assembléia não seria realizada, pois, na verdade, o sindicato fundado seria o Sindicato dos Motociclistas Autônomos.
Indignado com a atitude, o presidente da Fetropar, disse que ficou clara a má intenção dos presentes; "sem a nossa presença, eles teriam conseguido algumas assinaturas para realizar a fundação".

Um “Sismup” de Antonina


Na cidade de Antonina, além da tentativa de montar um novo sindicato na área de abrangência do Sindicato, a diretoria da UGT/Litoral tentou criar o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Antonina. Porém, alertado, o presidente Rogério José Lisboa, com apoio da diretoria do Sindicap, estiveram presentes no local marcado para fundação do sindicato.

Antes mesmo da abertura dos trabalhos, Rogério Lisboa, detectou diversas irregularidades, além da invasão da base territorial. Irregularidades burocráticas, porém, obrigatórias para criação de uma nova entidade.

O presidente estranhou o fato do edital de convocação marcar a fundação do sindicato numa área rural, o bairro Pinheirinho, distante do centro da cidade e num horário onde os servidores estariam trabalhando. Na primeira convocação marcada para às 13hs30, o servidor que assinou o edital e fez convocação não se encontrava presente e chegou faltando cinco minutos para a segunda convocação que seria ás 14 horas.

O servidor que entrou no quadro funcional da prefeitura poucos mais de seis meses, teve menos de 15 pessoas no local, quando o efetivo municipal é superior a 800 servidores. Entre os presentes, informou Lisboa, havia parentes do servidor que convocou a assembleia de fundação.

Para se assegurar de legalidade, o presidente do Sismup levou um cartorário para oficializar tudo o que ocorreria na assembleia, uma vez que estava sendo feito um ato ilegal. De acordo com Lisboa, o Sismup representa os servidores antoninenses e possui, inclusive, uma subsede na cidade.

O sindicato é representado em Antonina peso servidor Jose Alves da Rosa que ocupa p cargo de 2º secretário no Sismup. Mesmo depois de explicar a irregularidade do que estava sendo feito e com a saída do local dos dirigentes da UGT/Litoral, o servidor antoninense prosseguiu na fundação do sindicato, sem atender os tramites exigido pela lei.

Na saída da assembleia, os diretores do Sismup e assessoria jurídica foram surpreendidos pela presença de viaturas da Polícia Militar que se deslocaram até o local em razão de uma denuncia feita pelo presidente da UGT do Paraná, Paulo Rossi, que segundo as lideranças sindicais, sequer esteve na assembleia.
Explicado aos policiais, o que estava ocorrendo, todos retornaram para Paranaguá.

A denuncia chamou a atenção de Lisboa que observou no Boletim de Ocorrência que o próprio presidente Paulo Rossi informa a delegacia que o Sismup representa todo o litoral, no caso a cidade de Antonina e não entendeu porque seus dirigentes regionais tentaram abrir um sindicato em sua base.

MERENDA ESCOLAR - Vereadores da situação derrubam pedido de informação sobre SP Alimentação


Num clima bastante tenso e marcado por acalorados debates entre vereadores da oposição e situação, a Câmara de Vereadores de Paranaguá derrubou o pedido de informações do vereador Benedito Nagel (PSD) requerendo cópia do edital de licitação, contratos e dos aditivos celebrados entre a prefeitura e a SP Alimentação na sessão da semana passada.

A motivação do vereador em fazer o requerimento ocorreu por conta da veiculação na cidade da Revista Época, de circulação nacional, que trouxe uma reportagem de seis páginas sobre a empresa SP Alimentação sob o título “A gula do cartel da merenda”. A revista abordou uma investigação mostrando como empresas e políticos lucraram com a corrupção no fornecimento da merenda escolar.

A revista informou que o esquema agia no sentido de superfaturamento de contratos e destinação de propinas para políticos, “laranjas” e funcionários públicos. A intenção da propina era recompensar os envolvidos na facilitação da aplicação, por parte do município, no processo da terceirização do serviço de fornecimento de merenda escolar.

A revista esgotou nas bancas da cidade ganhando espaço na imprensa local e estadual. O vereador de oposição Marcus Antonio Elias Roque (PMDB), disse que a reportagem que trouxe o resultado das investigações do Ministério Público de São Paulo que coloca Paranaguá na rota do esquema criminoso, já havia sido denunciado na Câmara de Vereadores e na imprensa no ano passado pela bancada de oposição.

Foram cinco tentativas de abertura de uma Comissão Especial de Investigação (CEI) para apurar as supostas irregularidades da empresa e o contrato que ela mantinha com a prefeitura para o fornecimento da merenda escolar.
Todas elas esbarram no voto contrário dos vereadores da base de apoio do prefeito José Baka Filho (PDT).

O pedido de acesso as informações gerou polêmica na sessão a ponto dos vereadores da situação quebrarem o protocolo do Regimento Interno em debates acalorados.
Apesar da denuncia divulgada a nível nacional e as investigações terem como autor o Ministério Público, mais uma vez, os vereadores da base aliada impediram o acesso ás informações solicitadas pelo vereador Nagel.

O placar da votação foi de seis votos contrários e quatro favoráveis. Votaram a contra os vereadores Sandra Luzia Lopes dos Santos Souza (PP), José da Costa Leite Junior (DEM), Cleodinor da Costa (PP), João Mendes Filho (PMDB), Antonio Ricardo dos Santos (PP) e Edson Augusto da Silva Junior (PTC). Votaram a favor os vereadores Nagel, Marquinhos Roque, Rafael Gutierres Junior (PR), e Eduardo Francisco de Oliveira (PSDB).

Mesmo derrotados pelos vereadores da situação, segundo Marquinhos Roque, os oposicionistas depois de consultar um advogado especialista nesta área, entrarão nesta semana com o sexto pedido de abertura de uma nova CEI para apurar as supostas irregularidades da SP Alimentação, desta vez, com pedido de afastamento do prefeito para assegurar a transparência na investigação, caso ela seja aprovada.

Contas do Carnaval não passou


Com o clima de indignação provocado pela desaprovação do pedido de informações sobre a empresa SP Alimentação, os vereadores da situação e oposição esquentaram a sessão no debate sobre um novo pedido do vereador Nagel.
Desta vez, o vereador solicitou da prefeitura o envio de planilhas demonstrativas que comprovassem os custos do carnaval 2012, desde a montagem da estrutura utilizada, repasses às escolas de samba, custos de divulgação midiática de todos os veículos de comunicação envolvidos na divulgação do Carnaval.

Novamente o pedido gerou intenso debate entre vereadores da oposição e situação, a ponto do presidente Jozias de Oliveira Ramos (PDT) perder o controle da sessão, diante dos debates mais acalorados.

Ao tentar justificar seu voto favorável ao acesso da prestação de contas do Carnaval, o vereador Edu foi interrompido pelo vereador Ricardo que votou contra o pedido, sem que o presidente Jozias tomasse alguma atitude para apaziguar os ânimos que estavam exaltados.

Na tentativa de normalizar a sessão, o presidente colocou o pedido em votação que, desta vez, o placar ficou empatado em cinco votos a favor e cinco contra. Coube ao presidente Jozias de Oliveira Ramos dar o voto de Minerva votando contra o acesso a prestação de contas do Carnaval.

ANTONINA - Cidade histórica sim, mas descuidada não



Um belo texto facilmente encontrado no site da Secretaria de Estado do Turismo do Paraná fala da importância da cidade de Antonina, principalmente, a partir dos anos 80, quando consolidou seu perfil de cidade histórica e turística integrada à sua vocação portuária.

O setor histórico e urbanístico com sua importância da arquitetura luso-brasileira e eclética com harmonia do conjunto formado por sobrados, ruínas e calçadas de pedra, hoje, sofrem com a falta de cuidado da prefeitura que tem olhos e atenção apenas o Theatro Municipal. Um prédio que destoa dos demais

Comissão Provisória do PMBD está ativa

E agora sim a nova Comissão Provisória do PMDB que assumiu com a dissolução do Diretório Municipal que estava sob a presidência do ex-prefeito Mário Roque, está, de fato, ativa e em pleno vigor.

Todos os membros estão com domicilio eleitoral em Paranaguá. Estive no Cartório Eleitoral e pude comprovar. A vigência da Comissão vai até o dia 28 de maio.

Integram a Comissão Provisória os seguintes peemedebistas:

IZAEL MODESTO ALEXANDRE PRESIDENTE

MARISTELA QUINTANA MEMBRO

NELLO ROY MORLOTTI MEMBRO

OGARITO BORGIAS LINHARES TESOUREIRO

SILVANA LEAL MEMBRO

quinta-feira, 8 de março de 2012

UGT/Litoral deveria mudar de nome em Paranaguá


Depois das quatro tentativas de dividir categorias em Paranaguá e Antonina, com apenas uma bem sucedida (por enquanto), a central sindical União Geral dos Trabalhadores – UGT deveria mudar seu nome para Desunião Geral dos Trabalhadores - DGT. Isso mesmo.

A unidade regional da UGT liderada por Jaime Ferreira e Yuri Guermann conseguiu montar o Sindicato dos Professores de Paranaguá, mas que ainda não tem carta sindical.

Mas dançou na tentativa de montar o Sindicato dos Motoboys de Paranaguá e do Antonina e o dos Servidores Municipais de Antonina.

Voltada para a pluralidade sindical, a UGT/Litoral vai na contramão de sua própria sigla ao investir na desunião e não na união dos trabalhadores.

Assim bolei uma nova logo da “DGT” que poderá ser usada pela central aqui no litoral se houver interesse, é claro.

A natimorta Comissão Provisória do PMBD

E nem chegou esquentar na cidade, a nova Comissão Provisória do PMDB que assumiu com a dissolução do Diretório Municipal que estava sob a presidência do ex-prefeito Mário Roque.

No afã de dar um tombo em Roque o pessoal de Roberto Requião e João Arruda assinou um tremendo atestado de incompetência e mostrou um amadorismo gigantesco na arte da sacanagem política.

Ou seja, montaram uma Comissão Provisória local com pessoas de domicilio eleitoral em outras cidades. Assim não pode. Não se deram ao trabalho de fazer algo bem simples; checar o título de eleitor onde diz cidade, zona eleitoral e seção. Fácil não?

Assim com a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) desde ontem, quinta-feira, o PMDB de nossa cidade está acéfalo. Que coisa mais feia e amadora. Alguém precisa voltar ao banco escolar da política o mais rápido possível para reaprender o beabá.

quarta-feira, 7 de março de 2012

TCP quer Despachantes e Cooperativa pagando sua conta

É na hora da dificuldade que se conhece a competência e o caráter das pessoas. Esta hora chegou para as categorias dos Despachantes Aduaneiros e dos Condutores Autônomos de Veículos, comandados por Isabel e Pereirinha, respectivamente.

Ocorre que o Terminal de Containeres Paranaguá – TCP quer simplesmente atropelar os artigos 662 e 663 do Decreto 6759/.099 que traz o regulamento aduaneiro.

Está rolando um modelo de dispensa de vistoria aduaneira, imposto pelo TCP, onde o mesmo se isenta de suas responsabilidades como depositário das mercadorias armazenadas no seu terminal.

É claro que a direção dos Despachantes e Coopanexos que terá de acatar ou não esta alteração do Decreto imposta pelo TCP e assumir o ônus em caso de avarias e problemas. Coisa que acredito que não façam.

Procurarei todos os três envolvidos, TCP, Despachantes e Coopanexos para desenvolver uma reportagem sobre o assunto e trarei maiores detalhes para comunidade portuária. Aguardem.

Creche pública não é para rico

Hoje um pai que conseguiu vaga para seu filho na creche pública Rute Baka que contou uma situação lamentável que vem ocorrendo. Ele disse que pessoas ricas e de posse estão com filhos nesta creche e mais ainda que outras pessoas estão sendo preteridas por filhos cabos eleitorais de vereadores. Uma vergonha.

Como se sabe teve pessoas que madrugaram para conseguir vaga nesta e em outras creches da rede municipal e, quem não conseguiu, entrou numa fila de espera. Porém, usando do poder de influencia de vereadores da situação, algumas pessoas estão passando por cima desta lista e conseguindo as vagas.

Antes que caiam de pau no prefeito José Baka Filho (PDT) e na Secretaria de Educação Elvira Geraldo, este pai que tem conhecimento e trânsito no grupo que está no poder, disse que prefeito e secretária não estão nesta jogada e que está sendo feita por uma pessoa de dentro da Secretaria de Educação.

Por sinal, Elvira já tomou conhecimento de algumas “exceções” e ficou tiririca da vida e avisou o prefeito que também não gostou e deu uma dura nos vereadores da situação.

Até que ponto isto está rolando ainda não sei, mas saberei por que estou entrando no circuito. Afinal de contas, não é novidade esta história de apadrinhamento em vagas para creches e escolas. Mas não é feio quando a pessoa está na fila de espera e o apadrinhamento segue a lista, mas acelera o processo burocrático. Para mim é válido.

O que não pode ocorrer é alguém deixar seu filho numa creche pública chegando com um Honda Civic ou coisa parecida. Há quem diga que eles têm direito também. Tem sim. O que eles não têm é vergonha na cara e poderiam deixar a vaga para quem precisa.

Agora o que eles não têm direito é de furar lista por conta de amizade com vereador. Isso ele não tem direito de fazer.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Depois eu que sou chato...


A prefeitura gasta uma grana enorme de impostos num projeto de sinalização e identificação de nossas ruas e avenidas e vem um analfabeto e mete um acento agudo em Iguaçu.

É mole!

Pagamos para pessoas de outras cidades e turistas ocasionais gozarem com a nossa cara por este atestado público de burrice. Assim não dá.

domingo, 4 de março de 2012

JB cobra e armazém da Conab põe fim na “floresta” em área nobre de Paranaguá


Na mesma semana que a reportagem do JB cobrou o fim da “floresta” em quase toda quadra do armazém da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), hoje, desativado e a venda, localizado diante da Avenida Coronel José Lobo, área nobre de Paranaguá, parte do matagal foi cortado das três quadras foi cortado e levado embora.

A reportagem voltou ao local e constatou que a “floresta” que escondia a calçada da Avenida Coronel José Lobo diante do o Instituto Superior do Litoral (Isulpar), a igreja evangélica Bola de Neve foi roçado e a calçada pode ser vista novamente.

Porém na Rua Manoel Bonifácio ainda resta um trecho da calçada para ser roçada. As árvores na calçada continuam no mesmo local e o matagal que tomava conta de toda a extensão na área externa do interior do prédio não foi cortado.

Veja como ficou o prédio após a cobrança do JB.

Nota zero para educação!

Prefeitura e Estado tem tido quase o mesmo discurso no que se refere às conquistas na área de educação. Na prefeitura o eterno discurso das escolas em tempo integral que afirma ter dado um salto de qualidade e segurança na educação e no Estado a ampliação e melhoria na oferta do ensino e dos profissionais da área. Até aí tudo, concordo em partes com ambos os segmentos.

Mas é bom que se diga que educação não é só grade curricular e material didático e humano, é estrutura também. Tanto Município como Estado tiveram as férias escolares e a virada de ano para prepararem um ambiente decente nas escolas e colégios para o retorno dos alunos e o que se viu em muitos estabelecimentos de ensino?

O mato tomando conta dos pátios, calçadas e o acesso a escola. Um verdadeiro quadro negro do ambiente onde nossos filhos terão que conviver nos próximos meses.
Nas escolas do município, com o discurso do tempo integral, a situação fica ainda mais preocupante. Afinal as crianças que passam quase 10 horas no prédio escolar não ficam confinadas no interior das salas e tem toda extensão da escola para desfrutar.

Aí o risco de uma queda numa pedra ou vidro escondido no matagal ou até mesmo uma mordida de animal rasteiro é algo que não se pode descartar.Nos colégios do Estado esta situação não é novidade, pois algumas delas estiveram nesta condição todo o ano letivo passado.

A partir deste ano, o Secretário de Estado da Educação, Flávio Arns, garantiu mais grana e autonomia aos diretores e caberá a eles manterem colégios e calçadas que não mais pareçam com uma floresta.

É preciso que presidentes das APP e APMF deixem o comodismo e aquela amizade com os diretores de lado e passem cobrar mais de seus diretores e parem de agir como vaquinhas de presépio. Afinal é a saúde de nossos filhos que está em jogo.

Assim podemos dar para Secretaria Municipal de Educação e Núcleo Regional de Educação de Paranaguá uma “bela” nota zero em manutenção das escolas e colégios.

PATRIMÔNIO PÚBLICO ESQUECIDO




Desativado por Requião e sem manutenção pelo Appa, prédio da ACAP continua ocioso


Entidade que representou esperança e oportunidade de crescimento para crianças carentes da região da Vila Portuária e Becker, a Associação de Criança e Adolescente de Paranaguá (ACAP) foi desativada na gestão de Roberto Requião e, desde então o projeto social desenvolvido por voluntários jamais foi retomado.
Sem assistência social, o prédio que pertence a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) jamais recebeu qualquer tipo de manutenção até outubro de 2006, quando a Appa cedeu as instalações para funcionamento provisório do colégio Escola Estadual Maria de Lourdes Morozowski, atendendo solicitação do Núcleo Regional de Paranaguá.
Com o retorno do colégio para as novas instalações, mais uma vez, o prédio voltou ficar ocioso, situação que se encontra até hoje. Da mesma forma que na gestão anterior, passado mais de um ano da atual gestão superintendente Airton Maron, a última manutenção feita no prédio pela Appa foi uma roçada no interior das instalações e parte da calçada neste mês.
Até o dia 10 de janeiro uma verdadeira “floresta” estava em franco crescimento tanto na parte interna do prédio como na calçada.Todavia, o prédio continua deteriorado, sem janelas, sujo, pinturas desgastadas, entre outros problemas.
Vale lembrar que enquanto estava ativa a ACAP tinha uma importância fundamental na sociedade e seu trabalho era reconhecido por todos os segmentos.
A entidade chegou ser alvo de uma queda de braço entre o prefeito Carlos Antonio Tortato (PT) e a Câmara de Vereadores em 1996, ao conseguir recursos na ordem R$ 70 mil reais de julho a dezembro, por força da Lei Promulgada nº. 296/96, sancionada pelo então presidente da Câmara de Vereadores, Alceu Maron.
A atenção dedicada pela Appa ao prédio é a mesma voltada para as vias de acesso ao porto Dom Pedro II que ficou sem nenhuma manutenção ao longo do ano de 2011. A safra paranaense está sendo escoada por uma Avenida Bento Rocha com diversas crateras ao longo de sua extensão e um perigo para caminhoneiros e motoristas residentes na cidade.
Nesta semana a reportagem do JB irá procura a Appa para saber qual o destino que será dado ao prédio da ACAP e quando este prédio público receberá uma reforma em todas suas instalações.

Sem parceria, o jeito é improvisar


Falando ainda nesta questão de parceria quando ela não acontece, a prefeitura sempre dá um jeitinho de improvisar e resolve o problema no seu melhor estilo “gambiarrístico”. Como a parceria resolveu um “pequeno problema” no muro da fábrica, o “grande problema” a prefeitura se virou sozinha.

A placa que fechou o buraco enorme foi da obra 423 feita pelo município e, pelo que se lê na placa de cabeça para baixo, trata-se da Unidade Básica de Saúde do Jardim Iguaçu. Nada melhor que reciclar e usar bens que já foram pagos em grandes e meticulosos reparos na área civil.

Quem disse que não tem parceria?


Desde o inicio da gestão do governador Beto Richa (PSDB) que venceu o senador Osmar Dias (PDT) nas urnas em 2010, o candidato do prefeito José Baka Filho (PDT), ouço muita gente dizer que não existe parceria entre Município e Estado.

Mentira. Existe sim e posso provar.

Quando se trata de resolver um problema que a prefeitura mão tem condições nada melhor que recorrer a providencial parceria do Estado nesta hora. A prova está nesta ajuda do Governo do Estado que cedeu uma de suas placas de obra para fechar o buraco no muro da Fábrica de Artefatos de Cimento (foto).

Viu como existe a parceria Richa e Baka.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Fumtur paga, então não houve plágio.

A Fundação Municipal de Turismo (Fumtur) colocou um ponto final na possibilidade de ter ocorrido plágio no 3º Concurso Municipal de Marchinhas Carnavalescas e Samba de Raiz, Waltel Branco, promovido pela prefeitura de Paranaguá, o que fez com que a premiação aos vencedores não fosse paga pela Fumtur na semana seguinte ao concurso, conforme anunciado após do resultado dos campeões.

Caiu o recurso apresentado dia 6 de fevereiro por músicos que participaram do evento e entenderam ter ocorrido plágio no samba de raiz "Carnaval é Alegria" de autoria de Wilma Leal Alves que ficou em 2º lugar.

Apesar de não ter ocorrido o anúncio oficial, digo isso, porque todos os vencedores, inclusive a composição suspeita de plágio receberam a grana nesta semana da Fumtur.

O recurso foi analisado pela mesma Comissão Julgadora que classificou os 12 samba de raiz para a grande final. Foram entregues dois áudios para análise desta Comissão Julgadora; um áudio contendo a gravação do samba "De lanterna na mão" (Elzo Augusto & José Saccomani & Jorge Martins) gravado em 1969, que é parecida com parte da melodia da composição segunda colocada no concurso, "Carnaval é Alegria".

Fui informado que na próxima segunda-feira a Fumtur se manifestará sobre o assunto.

Zé Roberto falou bem: quem incomoda está sujeito. Até eu!


Hoje pela manhã no programa do Fabiano Elias na rádio Litoral Sul FM, o colega José Roberto Affolter, proprietário do jornal Gazeta Parnanguara falou muito bem sobre o que anda ocorrendo na cidade, por conta das eleições municipais, que vão rolar em outubro deste ano.

Fazendo uma defesa bairrista dos fatos que marcaram a cidade recentemente e no passado envolvendo personalidades parnanguara, como na prisão temporária do empresário e presidente do PSC na cidade Waldir Leite.

Em sua opinião, a motivação política está por traz destes acontecimentos e que todos os que têm condições de disputa ou podem incomodar, de alguma forma, candidaturas de chances reais estão sujeitos a acontecer o mesmo.

Faço coro e reforço esta opinião, mesmo correndo o risco de estar enganado. Falo isso até em benefício próprio. Sei que tem quem não goste e muito de minha postura profissional.

Sei que alguns me vêem como uma perigosa ameaça por não ter medo de falar o que penso, levando em conta, tudo o que vivi e trabalhei na área política e de informação.

Em duas eleições nas últimas duas décadas, sofri ameaças e perseguições, algumas envolvendo meus filhos que acabaram perdendo um ano no colégio.

Uma década antes sofri ameaças e, duas delas, levadas a cabo por matérias e denuncias, envolvendo a área de movimentação portuária.

Não vou dar uma de durão e dizer que isso não me assustou. Claro que assustou e ainda assusta. Afinal, posso ter saúde de ferro, mas sou de carne e osso e tenho filhos pára cuidar.

Nestas três décadas de jornalismo não mudei minha postura e nem pretendo e isto vale para toda e qualquer área. Meu maior protetor sempre foi Jesus Cristo e Nossa Senhora.
Eles sabem o que faço e cuidam de mim até hoje.

Agora mais uma eleição se aproxima e promete ser tão limpa como um chiqueiro de porco sem lavar por um mês. Uma eleição que acena ser tão perigosa como atravessar a BR-277 de olhos fechados.

Por isso, penso que Zé Roberto está correto e não me surpreenderei se eu for alvo de alguma armação e deparar-me com a mesma situação a que viveu Leite e sua família.

Sou filiado ao PT que tem pre-candidato a prefeito, o colega e amigo André Pioli. Mas como membro da família Fernandes tenho como pré-candidata a prefeita, a minha prima, a empresária Vera Lucia Fernandes Trota Telles.

É claro que numa hora como esta o sangue fala mais alto, independente das chances e das condição partidária.

Mas como empresário e dono do Jornal dos Bairros adianto que todos os futuros candidatos a prefeito terão espaço nas páginas do meu jornal, assim como suas chapas de vereadores.

Quero apenas participar do processo eleitoral em paz.