segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Leia amanhã no JB

Agente comunitário do ESF na cidade ganhando R$ 5,8 mil por mês. É mole!

Depois do que ouvi, hoje, na Câmara de Vereadores numa reunião com o pessoal que trabalha no programa ESF decidi mudar de profissão; vou ser agente comunitário de saúde. Isso mesmo. Adeus jornalismo e todo o estresse da profissão.

Uma das agentes disse que perdeu de receber o PIS porque a Caixa Econômica Federal disse que ela não atendia a exigência do Programa porque seu salário informado na RAIS era de R$ 5,8 mil e PIS é para gente que ganha bem menos.

O triste foi que esqueceram de falar para a agente comunitária qual seu salário repassado para CEF, pois ela vai no banco e a grana não chega a R$ 700.

Gostaria de saber o que o Instituto Confiancce faz com os R$ 5,1 mil que esta agente está deixa de receber todos os meses.

Se alguém com conhecimento do Instituto Confiancce souber dizer, ou até mesmo o próprio Instituto, agradeço.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Chega de rei no Palácio São José. É a vez da rainha!


Acabou, hoje, a filiação daqueles e daquelas que estarão com rostos e números nas urnas eletrônicas em 2012. O quadro, agora, pode ser formado.

Nesta semana em minha coluna na Folha do Litoral fui o primeiro informar da primeira candidatura cor-de-rosa para a eleição majoritária de 2012, a da minha prima Vera Lucia Fernandes Trotta Telles(fot).
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Tivemos apenas vice-prefeitas candidatas e somente uma eleita, a atual vereadora Sandra do Dorinho. Por isso o fato, por si só, entra para história política dos 363 anos de Paranaguá.

Em mais de três séculos tivemos somente três vereadoras e uma vice-prefeita nos palácios São José e Carijó. Somente reis tiveram nas mãos as chaves da cidade e, talvez seja por isto que, mesmo a mais velha do Paraná, ainda estamos atrás várias cidades em número de habitantes, eleitores, no IDH, desenvolvimento, crescimento, entre outras estatísticas.

Com apenas reis no Palácio São José a cidade se tornou mídia negativa nacional por diversas vezes e vários motivos, a grande maioria ligada a ações de alguns dos nossos reis que, confundiram as chaves da cidade com do seu cofrinho particular.

Foi somente com reis que muita atenção foi dedicada ao futebol alvirrubro (paixão eleitoral da política e do parnanguara) que com o esporte nos bairros.

Assim vemos nossa gente sentir-se orgulhosa com o título nostálgico de “Cidade Mãe do Paraná”. Só que se trata de uma mãe cujo “pai”, ao longo dos anos, vem tratando muito mal, sem nenhum respeito e consideração.

E nada melhor que a mãe para dar exemplo do que é amar e zelar por um filho, por mais problemático que ele seja. Acho que está na hora de acabar com a era dos reis e entregar as chaves do Palácio São José para uma rainha. O Brasil ousou e já fez isso no Palácio Alvorada com Dilma Rousseff.

Não sei dizer se a prima Vera será a única candidata a prefeita a partir de julho de 2012. Mas hoje ela já é a primeira e única pré-candidata a prefeita que teve a coragem de assumir essa condição no meio de oito marmanjos.

Até lá a vereadora Sandra do Dorinho ainda pode se motivar e repetir a façanha de 1998, quando encarou, sozinha, apenas com a filha mais nova no colo, uma convenção Estadual do PSB para disputa da Assembleia Legislativa ao lado de Carlos Tortato. E não fez feio, ficou na segunda suplência.

Quem sabe ela se torna mais uma opção de prefeita pelo PP.

A verdade é uma só. O lançamento da prima Vera como pré-candidata a prefeitura de Paranaguá precisa e deve servir como reflexão para os exatos 98.001 eleitores parnanguaras.

Até agora só tivemos prefeitos em nossa cidade e vemos a condição que se encontra, não será o momento de inovar e eleger a primeira prefeita da cidade?

Pense nisso até o dia 7 de outubro de 2012 e discuta com sua família, seus amigos, colegas de trabalho, nas igrejas, bares e na rede mundial.

E não se deixem levar pela conversa mole de que não têm condições, candidatura fraca, sem partidos de apoio, poucos vereadores. Tudo isso é bobagem.

Quem elegerá o prefeito ou a prefeita será você.

Quase R$ 5 milhões foi pouco


No final de novembro do ano passado, imensamente preocupada com a falta de sinalização nas ruas e avenidas de nossa cidade, a prefeitura abriu um pregão para contratação de uma empresa especializada em sinalização horizontal e vertical no valor de R$ 4.817.840,00. Uma bagatela.

Toda essa grana serviu para sinalizar toda a cidade, desde os bairros onde sequer tem pavimentação como os da região do Jardim Esperança, Ilha dos Valadares onde sequer possui trânsito regulamentado mas existe aplicação de multas e toda extensão do Rio Itiberê, mas que a água salgada acabou apagando.

Mas parece que os quase R$ 5 milhões não foram o suficiente e, hoje, a Secretaria de Serviços Urbanos comandada por Vilmar Cruz abriu um novo pregão para aquisição de materiais para sinalização no valor de R$ 74.124,00. Certamente é para refazer a sinalização em toda extensão do Rio Itiberê para segurança das embarcações.

Assim somados ao valor do pregão de 2010 totaliza um investimento de R$ 4.891.964,00 só em sinalização em menos de um ano. Por conta disto que “vemos” a cidade “completamente sinalizada”, da mesma forma que estamos vendo as 28 obras do BID sendo realizadas desde 2010 como foi prometido e anunciado.