quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Banco do Brasil presta atendimento precário ao servidor na prefeitura


O que deveria ser uma facilidade aos quase quatro mil servidores municipais a vantagem de ter um posto de atendimento do Banco do Brasil na prefeitura, todos os meses se tornou num drama e um exercício de paciência para muitos servidores, principalmente, aos idosos, grávidas e deficientes.

Com movimento intenso apenas no dia do pagamento, situação previsível todos os meses, o banco disponibiliza a mesma estrutura do dia a dia, dois caixas e poucas máquinas de pronto atendimento. Na ante sala do banco onde o servidor pode usar o caixa automático, apenas duas cadeiras estão disponíveis para quem precisa esperar pelo atendimento e, no interior do banco, outras três cadeiras estão ao dispor dos quase quatro mil servidores.

O tamanho reduzido do posto de atendimento, em dia de pagamento, fica super lotado e já houve situação de servidores passaram mal, enquanto esperavam para ser atendidas. Maior banco do país que no ano passado obteve um lucro de R$ 11,703 bilhões, o que representou um aumento de 15,3% ante o resultado de 2009 que foi de R$ 10,148 bilhões, o Banco do Brasil tem condições de disponibilizar caixa-automático em diversos setores do Palácio São José e ampliar sua área de atendimento para dar condições de atendimento aos seus quase quatro mil clientes, que são os servidores municipais.

“Somos clientes cativos e merecemos respeito. Não custa nada o banco colocar mais caixas e aumentar sua área de espera para que não passemos mal enquanto esperamos para receber. Afinal, isso ocorre apensa em um dia do mês”, disparou uma servidora que evitou se identificar por temer represálias.

A reportagem do JB teve uma informação que até mesmo o gerente geral de atendimento do Banco do Brasil admitiu ter conhecimento das reclamações dos servidores sobre o atendimento do posto localizado no Palácio São José.

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