quarta-feira, 28 de setembro de 2011

DESDE 2007 - Sem armas guardas municipais continuam trabalhando indefesos



No dia 13 de julho o site da prefeitura de Paranaguá veiculou uma reportagem sob o título “Guarda Municipal começará a usar armas elétricas nas próximas semanas” onde trazia uma enorme foto do inspetor Wilson empunhando uma arma elétrica Taser, não letal, de um lote contendo 35 que já estavam em poder da Secretaria Municipal de Defesa Social.

Passadas 10 semanas desta informação e, até o momento, toda corporação da Guarda Municipal continua trabalhando indefesa e desarmada. Nenhuma das 35 pistolas Taser da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) chegou às mãos dos servidores que trabalham na área de segurança pública.

A reportagem trouxe ainda a informação que a prefeitura havia solicitado curso por parte de policiais da Força Nacional para que os guardas municipais pudessem começar a usá-las. Paralelo a esta iniciativa que ainda não deu resultados práticos, no inicio do mês passado, a prefeitura abriu licitação para contratação de empresa para prestação de serviços de avaliação psicológica para concessão de porte e manuseio de arma de fogo para os guardas municipais.

A reportagem do JB questionou a prefeitura sobre o curso para saber quando o curso iria começar entre outros questionamentos, mas a prefeitura, através da Assessoria de Imprensa, limitou a repassar a mesma resposta pronta que tem enviado para os últimos pedidos de informação do JB: “as respostas solicitadas serão encaminhadas em momento oportuno”.

A reportagem falou ainda com o Secretário de Ação Social, Paulo Nascimento, que se propôs a responder aos questionamentos, mas este também não deu nenhum retorno até o fechamento desta edição. Vale dizer que o uso das pistolas não letais, Taser, foi alvo de reportagem do site da prefeitura no dia 23 de setembro de 2010, informando que a cidade seria contemplada com equipamentos do Ministério da Justiça, no caso a doação de 50 pistolas de Taser, que seriam adquiridas pelo Ministério da Justiça e doadas ao município, sem a necessidade da celebração de convênio.

Passado quase um ano desta reportagem, a prefeitura está com 35 pistolas na Secretaria de Ação Social, nenhuma delas sendo usadas pelos 228 membros da corporação.

4 anos sem porte de arma

Uma situação ocorrida no Terminal de Ônibus envolvendo um guarda municipal e um policial acabou resultando na perda do porte de arma pelos guardas municipais em 2007.Nestes quatros anos desarmados, passou pela antiga secretária de Segurança, hoje, Defesa Social, o vereador Cleodinor da Costa (PP) e atualmente Paulo Nascimento.Todos eles, mais o prefeito José Baka Filho (PDT) se mostraram incompetentes para trazer de volta armas para os coldres dos guardas municipais. Enquanto isso, guardas municipais, a maioria pais e mães de família, têm enfrentado o dia a dia de trabalho desarmados.

Recentemente, armado apenas com um tonfa, o guarda municipal Aldeci Alexandre, foi vítima da violência de um bando de marginais no exercício de sua função no Terminal Urbano. Desarmado por um dos adolescentes, Aldeci acabou parando no hospital, salvo pela intervenção de uma pessoa que foi em seu socorro no local. As câmeras de monitoração da Viação Rocio registraram toda agressão e os infratores foram presos pela polícia. Fato que não teria ocorrido se o guarda municipal estivesse usando arma, como ocorria na gestão do ex-prefeito Mário Manoel das Dores Roque (PMDB).

Nos questionamentos feitos para prefeitura, o JB questionou quando as armas voltariam aos coldres municipais ou iniciaria o uso das armas não letais (Taser), mas nem prefeitura e nem o secretário de Defesa Social, Paulo Nascimento, não deram nenhum retorno.

Pistola Taser

Com aceitação maciça da sociedade, a pistola Taser tem mira laser, o que diminui sobremaneira a possibilidade de erro e por si só é um poderoso instrumento de imposição e respeito à autoridade. A imobilização de qualquer transgressor é instantânea, não causando danos à saúde, podendo assim o guarda municipal algemar o criminoso e levá-lo preso sem dificuldades. Os cartuchos não são contaminantes, tóxicos, poluentes, inflamáveis ou explosivos.

A bateria é recarregável, gerando energia suficiente para 100 disparos, que tem cada um a velocidade de 60 metros por segundo, já que possui sistema de propulsão com nitrogênio comprimido. Arma e cartucho possuem número de série na parte externa e interna.

A pistola armazena memória digital interna, possibilitando acessar dados como data, horário e duração dos últimos disparos, com Data Kit, interface que possibilita passar informações da Taser para um computador, podendo ser acessadas, mas não apagadas. O cartucho contém também confetes identificadores com número serial, que quando deflagrados são liberados na cena do disparo.

Risotolândia substitui SP Alimentação e já surge denuncias da merenda escolar


Depois de escapar ilesa de cinco tentativas de abertura de Comissão Especial de Investigação (CEI) de supostas irregularidades no fornecimento da merenda escolar, a prefeitura de Paranaguá trocou a SP Alimentação pela Risotolândia Serviços de Alimentação que fornece 160 mil refeições para crianças nas cidades dos estados do Paraná e Santa Catarina.

Depois de vencer a concorrência pública a Risotolândia está servindo a merenda escolar na rede municipal de ensino desde o dia 18 de julho. Porém, no mês passado, uma denuncia levou o vereador Rafael Gutierres Junior (PDT) da Comissão de Educação, Saúde, Assistência Social e Meio Ambiente da Câmara de Vereadores até duas escolas da rede pública para checar o fornecimento da merenda.

Mesma atitude foi feita no inicio do ano passado no CAIC Heitor Vila Lobos pelos vereadores da Comissão de Educação, Saúde, Assistência Social e Meio Ambiente, Rafael Gutierrez Junior (PDT) e Marquinhos Roque (PMDB) e da Comissão de Obras, Serviços Públicos, Habitação e Desenvolvimento Urbano, Eduardo Francisco de Oliveira (PSDB) e Benedito Nagel (PDT) que constaram algumas irregularidades e tentaram investigar a SP Alimentação através da abertura de CEI que foram frustradas pela bancada de apoio do prefeito licenciado José Baka Filho (PDT) no Legislativo.

Desta vez, o vereador Rafinha Gutierres observou inovações no sistema de fornecimento da merenda aplicada pela Risotolândia, através de cartões coloridos entregues aos alunos, um vermelho para refeição inteira e outro verde para repetição. Encerrado os cartões os alunos não podem mais comer. E, segundo apurou o vereador, as sobras de alimento são jogadas no lixo. Rafinha tomou conhecimento ainda que professores e funcionários estão proibidos de lanchar pela empresa.

Porém a informação que surpreendeu o vereador foi de que a empresa pretende reduzir quantidade de merenda servida, sob a alegação que os alunos estão “obesos”. O vereador questionou esta decisão, uma vez que a Risotolândia não realizou nenhum levantamento médico na rede escolar para chegar a esta conclusão. Rafinha disse que irá visitar a empresa para checar estas denuncias.

Risotolândia nega denuncias

A reportagem do JB procurou a empresa para saber a versão sobre estas denuncias e falou com a jornalista Adriane Werner da Assessoria de imprensa da Risotolândia que desmentiu todas as denuncias.

A jornalista que possui um site de trabalho (www.adrianewerner.com.br) informou que o prazo contratual é de um ano 12, podendo ser renovado por iguais períodos, limitado a 60 meses. Disse ainda que os números médios de atendimentos de hoje estão em cerca de 26 mil merendas/refeições por dia, entre desjejuns, lanches, merendas e almoços.

Este número não é o mesmo que consta no seu site que informa serem servidas, diariamente, cerca de 23.500 refeições, entre café da manhã, lanches e almoços. Uma diferença mensal de 2.500 refeições que totalizarão 30 mil refeições ao final do primeiro ano de contrato.

Sobre o sistema de cartões para merenda, a jornalista disse que foi implantado pela empresa somente com o intuito de manter um padrão para controle de refeições e repetições servidas. Segundo ela, o contrato prevê dois valores para cobrança onde o valor fixo da refeição é R$ 1,57 e, para a repetição, o valor é cobrado a metade do preço, ou seja, R$ 0,785.

“As porções servidas para as crianças são determinadas de acordo com as suas necessidades e a criança tem liberdade em realizar as repetições”, explica a jornalista. Quanto a denuncia do consumo de refeições por educadores, a jornalista informa que aqueles que trabalham em horário de almoço nas escolas integrais e centros de educação infantil consomem a mesma alimentação oferecida aos alunos.

A jornalista desmentiu a denuncia da redução na quantidade da merenda servida. Ela garantiu que não existe esta intenção. “As porções são servidas de acordo com o estipulado em contrato, e ainda o que o contrato prevê é o servimento de refeições/merendas especiais para alunos/crianças que necessitem, de acordo com recomendação médica”, argumenta Adriane Werner que também lembrou que a prefeitura só paga por merendas servidas e consumidas pelos alunos.

“A quantidade de merenda produzida é pelo número de alunos presentes, se existe eventuais sobras, não são cobradas. Estas sobras, de acordo com lei específica, para tal da Vigilância Sanitária tem todo uma tratativa que prevê este descarte, ficando este eventual custo de descarte sob nossa responsabilidade e ônus”, finalizou a jornalista.

POSTOS 24 HORAS - Servidores reclamam de marmita com cabelo, Bom Bril e sabão


No ano passado, uma denuncia anônima, levou os vereadores da Comissão de Educação, Saúde, Assistência Social e Meio Ambiente, Rafael Gutierrez Junior (PDT) e Marquinhos Roque (PMDB) e da Comissão de Obras, Serviços Públicos, Habitação e Desenvolvimento Urbano, Eduardo Francisco de Oliveira (PSDB) e Benedito Nagel (PDT) checarem a qualidade da marmita servida no posto de saúde Dona Baduca em Paranaguá.

Mais uma vez, os mesmos vereadores resolveram fazer uma nova visita nos postos de saúde 24 horas para ver a condição do alimento que a nova empresa contrata pela prefeitura, Gloria Mundi Alimentação Industrial, está levando aos servidores municipais. Logo na primeira unidade a denuncia que marmitas contendo cabelo, “Bom Bril” e até sabão surpreendeu a comitiva.

Ao checarem a marmita na cozinha perceberam que a maioria estava intacta por um motivo bastante simples, os servidores estão evitando comer a marmita levada para o posto de saúde. Algumas servidoras preparam seu próprio alimento e outras optaram por trazer de casa.

O vereador Eduardo experimentou uma marmita e não encontrou nada além de alimentos, mas questionou a quantidade servida. As servidoras disseram que já reclamaram destas situações, mas nenhuma providência foi tomada. O problema que motivou a vistoria no ano passado que era a entrega da marmita muito cedo que acaba sendo consumida fria, não mais está ocorrendo segundo as servidoras.

Diante das denuncias os vereadores Eduardo e Nagel foram até o Restaurante Popular, onde a mesma empresa é responsável pelo fornecimento do alimento que é pelo pela prefeitura e conta com subsídio financeiro do Governo Federal.

Depois de experimentarem o alimento, os vereadores Edu e Nagel conversaram com a nutricionista da empresa Gloria Mundi Alimentação Industrial, Cinthya Fernandez, que admitiu ter conhecimento das denuncias, mas desmentiu que essas situações tenham ocorrido. Ela disse ter recebido as quatro marmitas com pedaços de palha de aço (Bombril) e não acreditou que tivesse acontecido na cozinha da empresa. Cinthya até admitiu a possibilidade da queda de um cabelo, mas garantiu que ela mesma checa as marmitas antes de serem fechadas e descarta veemente a possibilidade de uma situação desta acontecer.

Prefeitura não paga desde abril

A nutricionista informou os vereadores que a Gloria Mundi está fornecendo alimento desde abril para as unidade de saúde 24 horas da Serraria do Rocha, Vila Divineia, Dona Baduca, Serraria do Rocha, Alexandra e para o plantão dos motoristas da Secretaria de Saúde na Avenida Gabriel de Lara. Porém disse ainda que realiza entregas em diversas outras situações, como ocorreu na Semana do Meio ambiente e campanhas de vacinação. Segundo Cinthya a empresa fornece 93 marmitas por dia nos dias de semana e, no sábado e domingo são mais 75, chegando perto de 3.000 marmitas ao mês.

Porém a nutricionista deu uma informação deu uma informação que surpreendeu os vereadores. Ela disse que desde o inicio do contrato em abril até o mês passado, a prefeitura na tinha efetuado um pagamento sequer das marmitas bem com das refeições servidas no Restaurante Popular. Questionada pelo JB se teria recebido, ao menos, os recursos do Governo Federal que subsidia esse programa do Restaurante Popular, a nutricionista foi taxativa ao informar que a empresa não havia recebido um centavo sequer.

A situação chegou num ponto, prossegue Cinthya, que a empresa decidiu parar de fornecer alimento para o restaurante e postos de saúde 24 horas no mês passado. Todavia, no primeiro dia que deixaria de servir, o Secretário de Ação Social, que responde pela prefeitura neste convênio, Joaquim Guilherme da silva ligou pedindo que não parasse de servir, o que fio feito a partir das 11 horas a toque caixa.

A dívida da prefeitura em notas pendentes, segundo a nutricionista chegou em R$ 200 mil. Desde então ela não soube dizer se a prefeitura pagou ou não a dívida acumulada.
De acordo com Cinthya a prefeitura paga pouco mais de R$ 4 pelo alimento servido no restaurante e R$ 6,50 pela marmita servida nos postos de saúde.

“NOSSA CASA NOSSA VIDA” - Duplicidade levanta dúvida sobre condição financeira dos contemplados


Processo de seleção teve “relação extra” com apenas 106 famílias enviada pela prefeitura para análise pela Caixa Econômica em abril.



Política habitacional do Governo Federal direcionado para pessoas de baixa renda, o Programa Minha Casa Minha Vida, em Paranaguá, está com sua seleção de contemplados sob alvo de suspeita, depois que uma duplicidade no sorteio de um apartamento mostrou uma reforma num imóvel entregue recentemente pela prefeitura.

Para realizar o sonho da casa própria, através do Programa, agora, satirizado pela imprensa como “Nossa Casa Nossa Vida” a família precisa ter um orçamento mensal de zero a três salários mínimos. Ou seja, uma renda bruta máxima de R$ 1.635,00.
Porém, a contemplada, Lindalva Maria de Lima, residente na Vila Santa Maria, nas proximidades do lixão do Embocuí, depois de uma maratona para receber as chaves do seu apartamento, na semana passada, teve uma surpresa desagradável ao encontrá-lo finalmente. O apartamento estava aberto e uma pequena obra sendo realizada no seu interior. Duas pessoas faziam o acabamento do piso no apartamento.

Ao questionar um dos trabalhadores para saber se era o dono do imóvel, obteve como resposta que ele havia sido contratado pelo “dono” do apartamento. Ao cobrar explicações na prefeitura foi informada que se tratava se de um erro da Caixa Econômica Federal (CEF) que, supostamente, havia feito dois cadastros do mesmo imóvel. Esta afirmação é questionada pelo JB que teve acesso a troca de informações sobre uma “relação extra” de 80 proponentes compatíveis, para os conjuntos residenciais, Ilha do Farol e residencial Ilha das Palmas, entre a CEF e prefeitura, onde constava o nome de Lindava Maria de Lima já no começo de abril.

Nesta relação enviada pela prefeitura para CEF continha 106 nomes e, na avaliação da CEF, nove nomes ficaram incompatíveis e 11 foram excluídos. Entre os nomes incompatíveis a relação enviada pela prefeitura incluiu servidor de carreira com salário que inviabilizou sua habilitação.

A suspeita na avaliação feita para contemplar os sorteados neste caso de Lindalva ficou evidente no poder aquisitivo do suposto “dono” do imóvel que teve condições financeiras para contratação de profissionais para melhorar o piso novo do apartamento entregue pela prefeitura no mês passado.
Uma nova reportagem veiculada na imprensa no domingo mostrou constastes sociais observados no conjunto residencial com apartamentos contendo TV por assinatura e muitos carros nos estacionamentos.

De acordo com alguns contemplados, o condomínio de cada apartamento ficou em R$ 53,00, o equivalente a quase 10% do salário mínimo regional. Considerando uma família contemplada que possua renda máxima, R$ 1.635,00 bruto, deduzindo os impostos e contribuições, com o restante de R$ 1.500,00 para se pagar tarifa de energia elétrica, água, condomínio, transporte e alimentação, não resta muito para pagar prestação de carro, SKY e a reforma do piso de um apartamento novo.


CEF, síndico e prefeitura


Neste problema da duplicidade, de acordo com a reportagem veiculada, o síndico do conjunto sequer ligou para o outro “dono” do apartamento apesar de ela ter lhe passado o telefone obtido com a pessoa que estava fazendo o piso no seu imóvel. Depois procurou a CEF que garantiu que o problema seria resolvido. Porém, sugeriu para Lindalva que pegue outro apartamento.

Mas a contemplada pretende ficar com o imóvel que escolheu, pois teme pegar um apartamento no piso superior pela sua condição de idosa. Além do fato da tarifa de energia se encontrar em seu nome. “Eu não sei o que eu faço, tenho toda a papelada e nem recebi a chave, por que eles foram dar para outro? Até agora ninguém resolveu nada”, disse a moradora na reportagem.

Apesar de todos os apartamentos já terem sido entregues, Lindalva explicou que ela ficaria com um de alguém que desistiu de ficar com o imóvel. “Mas eu quero o meu, não quero outro, não é justo. Eles disseram que o homem que está morando lá também tem toda a documentação como eu, o contrato, tudo igual”, ressaltou Lindalva.

O Programa

Há aproximadamente dois anos, foi lançado em Paranaguá, o programa do Governo Federal Minha Casa, Minha Vida. Trazendo uma nova esperança aos parnanguaras, no que diz respeito a realizar o sonho da casa própria, o Minha Casa, Minha Vida é destinado às famílias com baixa renda salarial.

Localizadas próximas ao Conjunto Costa Sul, as unidades habitacionais em Paranaguá beneficiaram 384 famílias, as quais foram divididas nos dois conjuntos, Ilha do Farol e Ilha das Palmas, que foram construídos por meio de uma parceria da Caixa Econômica Federal com o governo federal. Para a construção dos imóveis no município, foram investidos R$ 17.280 milhões.

Dessas unidades, 3% foram reservadas para os idosos e 3% para os portadores de necessidades especiais. A reserva está inserida nos critérios estabelecidos pelo município para a organização do programa.

Nota 10 para deputada federal Rosane do PV

Mas para empatar a avaliação da deputada federal e presidente do PV do Paraná na cidade, ela leva uma nota 10 por garantir ao presidente da Comissão Provisória, o Dr. Nélio, a certeza que ele permanecerá no comando da sigla independente dos acertos políticos para fechamento da eleição majoritária. O que é um alívio para o médico.

Afinal de contas, o prefeito afastado José Baka Filho não iria liberar dois fieis escudeiros de seu time, Luiz Affonso e Sukita, para se filiarem no PV se não tivesse um vínculo com a direção estadual. Bobo sabemos que o prefeito afastado não é.

Assim como não se pode convidar Baka e Nélio para um almoço na mesma mesa, ficou estranha essa facilidade com o comando do PV foi repassado ao Dr. Nélio. Houve quem apostasse num golpe depois de Nélio filiado no prazo final e, em 2012, uma puxada básica de tapete e a legenda para o médico disputar a eleição iria para o espaço.

Seria a vingança servida em prato frio. Mas a deputada federal Rosane descartou essa possibilidade e garantiu que Dr. Nélio só deixa o partido se sair por aí matando baleias. Ela só errou no peixe, deveria dizer bagre, tainha, sardinha ou algum que realmente viva em nossa baia. Por esta postura, a presidente do PV merece nota 10.

Saúde nas mãos do Poder Público!

A terceirização no serviço público não pode e nem deve ser considerada um “mal necessário” como defendem nacionalistas radicais e anti-privatistas. Muito pelo contrário. O uso da iniciativa privada nas ações onde o governo é deficitário ou incompetente é a forma mais correta de manter políticas públicas de atendimento à população.

Contudo detentores de mandato que fazem mau uso da iniciativa privada no serviço público, transformaram a terceirização numa ferramenta de corrupção e enriquecimento ilícito, através da compra consciente de empresários que permutam qualidade por comissões generosas para péssimos políticos.

Assim surgem empresas como SP Alimentação que se transformam alvo de denuncias em todo país, por conta da oferta de uma merenda com qualidade questionável, devido possíveis acertos financeiros com seus contratantes.

Depois da tentativa de sucessivas aberturas de Comissão Espacial de Investigação (CEI) pela Câmara de Vereadores, a SP Alimentação foi embora impune e, agora, novas denuncias, surgem contra a Risotolandia, a sucessora da SP Alimentação nas escolas e creches e contra a Gloria Mundi, nos postos de saúde 24 horas.

Os vereadores já se mobilizaram e visitaram escolas e postos de saúde checando o que alunos e servidores municipais estão recebendo como alimentação e, nesta edição, o JB mostra o que está saindo das cozinhas e chegando através de marmitas.

Denuncias até de alimento com sabão, cabelo e palha de aço foram ouvidos pelos vereadores que estão fazendo sua parte, ou seja, ouvindo e investigando.
Não é possível que as práticas nocivas do passado não tenham parado algo que o JB não quer acreditar.

Prefeitura investe em pregões, licitações e extratos milionários


Desde o inicio da segunda gestão a prefeitura de Paranaguá tem investido em locações de veículos e imóveis, prestação de serviços e aquisição de equipamentos e materiais com valores que chamam atenção pelo seu elevado custo e, em algumas situações, que surpreendem levando em conta a questão de mercado e custo benefício.
Nos últimos três meses extratos de contrato e aviso de pregão com valores altíssimos tem chamado a atenção da população e vereadores que tem se manifestado no plenário questionandoo uso racional do erário público.

No sábado (10) um aviso de pregão anunciou o interesse da prefeitura na compra de semáforosnum valor estimado de R$ 1.368.234,00, um custo de R$ 114.019,50 por semáforo, caso seja confirmada a compra de 12 unidades, quantidade anunciada em recente reportagem na imprensa.

A título de comparação, em julho do ano passado, a prefeitura paulista de Monte Aprazível, foi alvo de denuncia ao Ministério Público para apuração de possível fraude na licitação para compra de apenas dois semáforos. Um vereador do PPS vereador denunciou ao MP suposto superfaturamento na compra dos equipamentos pelo município por R$ 69,5 mil quando, na verdade, custariam R$ 14,7 mil cada um. Pouco mais de 100 mil reais do custo do semáforo anunciado no pregão que acontece no dia 27 deste mês na cidade.

Não se pode afirmar que ocorrerá superfaturamento dos semáforos que serão comprados pela atual administração. Mas não se pode ignorar esta diferença no equipamento comprado pela prefeitura paulista, onde pesa a suspeita de ter pago R$ 69,5 mil por semáforo. Ou seja, R$ 34 mil a menos que o valor anunciado no pregão. Outra contratação que chama a atenção e afeta diretamente o mercado imobiliário é a locação de um imóvel de 45 metros quadrados, localizado na Vila Garcia, distante mais de oito quilômetros do centro da cidade por um valor mensal de R$ 600.

Ou seja, mais caro que um apartamento, em alvenaria, que a Imobiliária Amauri Domingues oferece contendo suíte, quarto, sala de estar, cozinha, bwc social, lavanderia, área de serviço e sacada na Vila Paranaguá que fica a menos de três quilômetros da área central. O detalhe é que a casa foi locada do ex-assessor sindical e ex-secretário municipal do Trabalho, o sindicalista Leonardo Luiz Vicente.

Doador de campanha loca veículos

No inicio de agosto outro extrato de contrato também chamou a atenção na contratação da empresa Ecopav – Construção e Soluções Urbanas Ltda que levará dos cofres da prefeituraa quantia de R$ 375.552.84 por três meses de varrição manual e mecânica as ruas e praças da cidade. Ou seja, R$ 125.184,28 por mês para fazer a limpeza das ruas e avenidas.

No inicio do mês de setembro um pregão presencial contratará uma empresa para fazer manutenção e reparos em aparelhos de ginástica, como os existentes nas academias ao ar livre. Para este trabalho a prefeitura pretende pagar a quantia de R$ 129.600,00 para a empresa fazer o trabalho que poderia ser feito através das secretarias de Serviços Urbanos e Meio Ambiente.

Na área de locação de veículos nos dias 22 e 28 de julho dois extratos de contrato garantiram para empresa Cotrans Locação de Veículos Ltdarecursos públicos na ordem de R$ 145.800,00para locação de uma caminhonete e quatro peruas por um ano.O detalhe é que esta empresaaprece na prestação de contas da campanha da secretária de Meio Ambiente e primeira dama, Jozaine Baka, na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa em 2010.

O vereador Marcus Antonio Elias Roque (PMDB) criticou esta situação da Cotrans na sessão da semana passada e alertou para que todos esses extratos, pregões e licitações sejam devidamente checados.

Banco do Brasil presta atendimento precário ao servidor na prefeitura


O que deveria ser uma facilidade aos quase quatro mil servidores municipais a vantagem de ter um posto de atendimento do Banco do Brasil na prefeitura, todos os meses se tornou num drama e um exercício de paciência para muitos servidores, principalmente, aos idosos, grávidas e deficientes.

Com movimento intenso apenas no dia do pagamento, situação previsível todos os meses, o banco disponibiliza a mesma estrutura do dia a dia, dois caixas e poucas máquinas de pronto atendimento. Na ante sala do banco onde o servidor pode usar o caixa automático, apenas duas cadeiras estão disponíveis para quem precisa esperar pelo atendimento e, no interior do banco, outras três cadeiras estão ao dispor dos quase quatro mil servidores.

O tamanho reduzido do posto de atendimento, em dia de pagamento, fica super lotado e já houve situação de servidores passaram mal, enquanto esperavam para ser atendidas. Maior banco do país que no ano passado obteve um lucro de R$ 11,703 bilhões, o que representou um aumento de 15,3% ante o resultado de 2009 que foi de R$ 10,148 bilhões, o Banco do Brasil tem condições de disponibilizar caixa-automático em diversos setores do Palácio São José e ampliar sua área de atendimento para dar condições de atendimento aos seus quase quatro mil clientes, que são os servidores municipais.

“Somos clientes cativos e merecemos respeito. Não custa nada o banco colocar mais caixas e aumentar sua área de espera para que não passemos mal enquanto esperamos para receber. Afinal, isso ocorre apensa em um dia do mês”, disparou uma servidora que evitou se identificar por temer represálias.

A reportagem do JB teve uma informação que até mesmo o gerente geral de atendimento do Banco do Brasil admitiu ter conhecimento das reclamações dos servidores sobre o atendimento do posto localizado no Palácio São José.

Andali diz ter autorização para deixar fertilizantes na rua e a céu aberto


São as duas vias públicas que a empresa Andali Operações Industriais garante ser de sua propriedade e, uma delas, é usada como acesso para carregamento de caminhões numa montanha de fertilizantes despejada a céu aberto, ao lado do armazém no bairro do Bockmann em Paranaguá.

Uma autuação do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) numa empresa concorrente feita em 2009 por armazenar fertilizantes a céu aberto levantou suspeita sobre a legalidade deste depósito de fertilizantes sem nenhuma cobertura. Para poderem fazer o carregamento caminhões usam um trecho da Rua Ludovica Bório. A empresa, que já faz uso de uma balança para pesagem de caminhões na Ra Joaquim Tigre, assegura que possui autorização especial do IAP e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente até o final do ano para movimentar o fertilizante naquele local e a céu aberto.

Foi o que informou o proprietário da Andali Operações Industriais, José Albino, por telefone, que disse ter adquirido a licença, beneficiado pelo fato de também estar por regularizar a propriedade dos trechos das ruas Ludovica Bório e Joaquim Tigre, numa permuta com áreas da empresa que a prefeitura vem usando na região da empresa Sadia.

O empresário disse que para fazer uso da área onde o fertilizante está depositado a céu aberto teve que fazer adaptações no local para evitar que o fertilizante fosse ao encontro dos canais da região, rede pluvial e lençol freático. “Temos o prazo até o final do ano para movimentar o produto naquele local”, disse Albino por telefone à reportagem do JB.

Vale lembrar as afirmações do empresário que a regularização desta situação das duas vias públicas, uma transformada em balança de pesagem e outra em pátio de carregamento, está em andamento, uma vez que até o momento a prefeitura ainda não enviou o pedido para desafetação das duas ruas para ser passada a empresa sob forma de permuta. O empresário garante que este processo tem pleno conhecimento da prefeitura. “Tudo está bem encaminhado na prefeitura”, informa José Albino.

Desabafo e apelo de uma neta

Ao tomar conhecimento que parte da rua Joaquim Tigre, que leva o nome do seu avó, a empresária parnanguara, Vera Lucia Fernandes Trotta Telles enviou um desabafo ao JB pedindo que seja realocado do nome do prático para outra rua. “Sou uma pessoa movida pela fé, e da forma como eu a entendo nem sempre é fácil de traduzir em palavras. No presente momento em que o mundo busca esteio na ciência de forma que possamos entender os mistérios da natureza eu de minha parte, apesar de parecer absurdo, busco amparo na fé.

E nela eu percebo que a vida tem um sentido, e me conformo em não poder perceber este sentido com a razão, mas sempre estou pronta a servir aos propósitos deste sentido, mesmo que para isto, muitas vezes, eu tenha que me sacrificar. Agora, por exemplo, fiquei sabendo que parte da rua com o nome do meu avô, Joaquim Tigre, herói da nossa cidade, Paranaguá, é usada para atender aos caminhões na pesagem. Neste momento a luz que me dirige é a fé que tenho nas pessoas, principalmente no prefeito. Acredito que o acervo cultural de um povo, de um país ou mesmo de uma cidade é a sua história.

Somos a soma de todos os feitos, sejam eles expressos na música, na poesia, na dança, no trabalho, na culinária, na política, nos gestos de amabilidade ou heroísmo. Cidadania é capacidade de nos lembrar quem somos, e ao que servimos. O importante aqui para mim é que o prefeito Baka permita que a memória daqueles parnanguaras que fizeram e fazem a história da nossa cidade nunca seja esquecida, pois também ele já é parte viva da nossa história e lá no futuro, formará fila com os notáveis da nossa cidade e queremos também que isto seja sempre lembrado.

Portanto peço ao nosso prefeito que considere com carinho a realocação do nome do meu avô para outra rua em que se possa abrilhantar a memória deste parnanguara que salvou mais de 150 pessoas de um naufrágio e é o patrono da praticagem da nossa cidade”, disse a empresária que é e neta de Joaquim Tigre.

Carnaval 2011 - Arquibancadas pagam até alimentação para Polícia Militar e Guamupa diz AESP


A cobrança do uso das arquibancadas pela prefeitura, Fumtur e AESP, adotada no carnaval do dos dois últimos anos, retirou da prefeitura a responsabilidade de arcar com despesas que sempre couberam ao Poder Público.

Um acordo firmado entre a prefeitura, Fundação Municipal de Turismo (Fumtur) e Associação das Escolas de Samba de Paranaguá (AESP) retirou de alguns parnanguaras o conforto de assistirem aos desfiles de carnaval das arquibancadas montadas ao longo da Avenida Almirante Maximiano da Fonseca, a Avenida do Samba, em Paranaguá.

Nos dois últimos anos, este acordo fez com que o carnaval ganhasse estrutura de arena e o direito de usar a arquibancada para assistir a mais tradicional festa pública do país tivesse um custo para população. No primeiro ano o valor foi R$ 1 e, neste ano, R$ 2.

Com capacidade para 5.200 pessoas sentadas, este ano, segundo a presidente da AESP, Tenile Cibele do Rocio Xavier, as arquibancadas tiveram uma lotação de 4.250 pessoas por dia de desfile, informação que não coincide com a superlotação registrada pelo JB das arquibancadas, na cobertura feita nos dois dias de desfile, mesmo com chuva que caiu no sábado.

As 8.500 pessoas resultaram uma arrecadação de R$ 17 mil que, segundo a AESP, foram usados para pagar as despesas que por décadas foram arcadas pela prefeitura, mesmo com fornecimento de estrutura de arquibancadas. A presidente Tenile Xavier informou que este recurso foi usado para pagar o cachê dos jurados (R$ 4.000,00), seguranças (R$ 6.750,00), pessoal de apoio (R$ 1.500,00) e alimentação para pessoal de apoio, Polícia Militar e Guarda Municipal (R$4.750,00).

A presidente informou ainda que a AESP é uma entidade sem fins lucrativos e, nesta condição, não tem a necessidade do pagamento de impostos do valor arrecadado.
Vale dizer que o JB defende o fim desta cobrança a partir do próximo carnaval, uma vez que as despesas pagas com o valor arrecadado sempre foram arcadas pela prefeitura, exceto na alimentação paga aos policiais militares e guardas municipais que não se sabe que elas sempre foram custeadas ou tiveram inicio a partir da cobrança das arquibancadas.

A reportagem do JB que teve que oficializar o pedido de informações para que a AESP pudesse fazer esta prestação de contas que deixou de informar detalhes como número de seguranças e quantidade de pessoal de apoio contratados e quantidade de alimentação servida para seguranças, pessoal de apoio, policiais militares e guardas municipais esperou três semanas para ter acesso às informações. No dia 18 do mês passado, a presidente tinha passado de forma não oficial que o valor arrecadado havia sido em torno de R$ 13.400,00 nas arquibancadas, uma diferença de R$ 3.600,0 quase o valor usado para pagar o cachê dos jurados.

A saúde com mais responsabilidade!


Cuidar da vida das pessoas deveria ser o compromisso de maior responsabilidade de prefeitos, governadores e presidentes, levando em conta que a política nasceu com a missão de gerir recursos públicos para que o cidadão tenha uma melhor qualidade de vida.

Para isso, detentores de poder nomeiam agentes públicos para que gerenciem as secretarias que irão suprir as necessidades essas necessidades. A saúde é a mais importante de todas, por essa razão, existe no orçamento municipal um valor específico para cuidar da saúde da população.

Mas nem sempre essa pessoa consegue que seu trabalho ganhe o respaldo necessário para que tudo caminhe bem. E os problemas acabam surgindo, desde a falta de remédios, médicos e um mínimo de organização.

Assim pouco importa quem esteja à frente do comando da saúde quando lhe faltam ferramentas. É isso que ocorre na cidade com a médica Isolda de Barros Maciel que tem feito das tripas coração para suprir a expectativa da população, mas esbarra na falta de estrutura e pessoal.

dezenas de pessoas diante do Centro Municipal de Especialidades enfrentam o frio da madrugada para conseguir uma consulta com neurocirurgião que atende apenas uma única vez ao mês. Deitadas no chão, com cobertores e alguns sem nada para aquecer na madrugada, disseram que se tratava de uma situação normal.

Um absurdo de normalidade com a assinatura da administração José Baka Filho.

Porque isso acontece e o que está errado?

Buscamos esta resposta com a prefeitura, através da Assessoria de Imprensa e ganhou silêncio como resposta.

Nem mesmo uma justificativa a população existiu por parte da prefeitura para com as pessoas que repetiram o voto de confiança do prefeito em 2008, acreditando na sua promessa de cuidar da cidade e das pessoas feita nos muitos palanques montados nos bairros da cidade.

Briga diante do Habeb's não foi legal

Fiquei sabendo, hoje, os motivos que levaram ao espetáculo deprimente que as respeitáveis e tradicionais famílias Kadri e Zahoui deram recentemente diante do mais famoso ponto de encontro de formaodres de opinão o Habeb's Cyber Café.

Foi o tipo da confusão que todos estão errados, apesar de cada qual ter sua razão para justificar o conflito. Porém, jamais concordarei com a violência como instrumento para fazer valer seu ponto de vista numa demanda comercial.

Não foi nada legal saber que um homem como Nabil de pouco mais de 50 anos, acredito eu, acabou sendo vítima de agressão ao se envolver nas discussões envolvendo seus filhos e a família Kadri.

Por conhecer um pouco a capacidade de discernimento dos integrantes destas duas importantes famílias, acredito que o espetáculo não mais se repetirá e que deixarão os advogados resolverem na justiça o que tentaram resolver na rua.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Caminhão precário continua atendendo SEMMA




O JB denunciou recentemente a recusa de um servidor municipal de dirigir um caminhão terceirizado a serviço da Secretaria de Meio Ambiente por um motivo bastante justo, o estado precário do veículo que só tem freio de mão.

Mas a aparência do caminhão já diz tudo. Só que ele continua atendendo a Secretaria e esta rodando pelas nossas ruas e avenidas como pode ver neste flagrante (foto).

Não entendo o critério da Secretaria de Meio Ambiente nesta terceirização levando em conta que tem veículos inservíveis que serão doados que estão em melhores condições que o caminhão.

Isto sem falar nas exigências do Código Brasileiro de Trânsito, por sinal lei que o Demutran tem como guia no exercício de sua atividade.

Mas se nenhum dos segmentos que têm a obrigação de fazer algo não faz antes que um acidente ocorra, pergunto; quem fará?

Este é um dos comentários que você lerá na minha coluna Doa a quem doer na edição de amanhã do Jornal dos Bairros.

Leia amanhã no JB

sábado, 17 de setembro de 2011

Prefeitura investe em sinalização ecológica



Não é de hoje que a prefeitura tem se adequado aos padrões nas novas administrações que investem numa estão ecologicamente correta. Desde então temos vista pela cidade pontos de ônibus, calçadas de prédios públicos, até mesmo pontos do Palácio São José (jardim suspenso) ecológicos.

A moda agora é a sinalização de trânsito de transito ecológica que já está em fase de experiência em diversos bairros da cidade, como está localizado no bairro da Costeira (foto), mais precisamente na Rua Marechal Floriano Peixoto. Note o quanto ficou “visível” a placa de preferencial.

O perigo é o motorista ficar admirando a beleza da bela vegetação ao redor da placa e acertar a traseira de um veículo. A prefeitura poderia investir numa milionária licitação e contratar uma empreiteira de jardinagem para por fim no risco de acidente.

Depois do “pombocídio”, foi a vez do “peixecídio”!



Quem pensa que a decepção com a maneira como esta administração vem cuidando da cidade depois de 2009 é apenas dos eleitores está bastante enganado. Até os animais já não aguentam mais o descaso da prefeitura com tudo e todos e, alguns, já sentem os reflexos desta má administração.

Na semana passada um “pombocídio” chocou funcionários e usuários da rodoviária. Um pombo na suportou a espera da conclusão da obra das horrorosas “torres gêmeas”, os dois portais da prefeitura e se enforcou no suporte do telhado da rodoviária (em breve trarei a foto).

Agora foi a vez do “peixecídio” que está acontecendo na Praça do Japão diante do restaurante “A Bonbonne”. Na semana passada, alguns peixes, cansados de nadar no córrego imundo e sem nenhuma atenção da Secretaria de Meio Ambiente, suicidaram deixando-se afogar.

Tristes, os colegas passam diante dos amigos suicidas temendo pela sua vez de ficar boiando (foto) sem vida.

Semáforo é tudo igual?


Na pequena cidade paulista de Monte Aprazível, cuja população é menor que o número de moradores residentes na Ilha dos Valadares, em julho do ano passado, o Ministério Público instaurou inquérito civil para apurar a possível fraude na licitação para compra de apenas dois semáforos.

Na época um vereador denunciou ao MP suposto superfaturamento na compra dos equipamentos pelo município por R$ 69,5 mil quando, na verdade, custariam R$ 14,7 mil cada um.

Passado um ano deste fato que não sabemos como terminou, nossa prefeitura abre licitação para compra de 12 semáforos, pelo que informou na imprensa, trazendo no edital que o preço dos equipamentos custará a bagatela de R$ 1.368.234,00, o que significa o custo de R$ 114.019,50 por cada semáforo.

Ou seja, pouco mais de 100 mil reais do custo do equipamento denunciado em Monte Aprazível, cidade que fica no maior estado brasileiro onde as opções de compra são diversas.

Não se pode afirmar que está havendo superfaturamento dos semáforos que serão comprados pelo prefeito José Baka Filho (PDT). Mas não se pode ignorar esta diferença no equipamento comprado pela pequena prefeitura paulista, onde pesa a suspeita de ter pago R$ 69,5 mil por semáforo, ainda sim R$ 34 mil a menos que o valor que será pago pela nossa prefeitura. E assim termos a

Vale dizer que da mesma forma que em Monte Aprazível aqui temos um Poder Legislativo e Ministério Público para acompanhar esta situação e garantir a idoneidade da atual administração levantando custos, pagamentos, licitação e entrega dos semáforos, na eventualidade que o preço de mais de R$ 114 mil de cada equipamento seja mesmo o valor correto a ser comprado pela prefeitura. Então saberemos a resposta para seguinte pergunta: semáforo é tudo igual?

Nota zero para deputada federal Rosane do PV


Estive na coletiva de imprensa onde a Executiva Estadual do PV apresentou sua nova Comissão Provisória na cidade com o Dr. Nélio como presidente e pré-candidato a vereador em 2012.
Fiquei surpreso ao ver tantos ex-petistas no PV e extremamente decepcionado com uma declaração da presidente do PV do Paraná, a deputada federal Rosane Ferreira (foto).

Uma declaração digna de uma nota zero com todo merecimento por sua total falta de valorização dos votos obtidos na cidade. Ela disse que teve poucos votos em nossas urnas e esqueceu-se de ressaltar que foram esses poucos votos que garantiram sua cadeira em Brasília.

Isso mesmo.

Ela disse que saiu umas cinco vezes com Wellington e Valderi durante a campanha que resultou estes “poucos votos”. Mas nada melhor que os números para provar o grau da falta de reconhecimento e valorização dos votos da cidade.

A deputada foi eleita com 47.674 e a primeira suplente, Leandre obteve 47.510.
Ou seja, uma diferença de apenas 164 votos. Mas sabe quantos foram “esses poucos votos” na cidade?

Exatos 324 votos.

Não fossem esses votos, a deputada do PV seria Leandre e não Rosane.

Não merece uma nota zero por esta declaração em nossa cidade?

Este é um dos comentários da coluna Doa a quem Doer do Jornal dos Bairros que irá terça-feira para as bancas. Não percam.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Nem Baka, Stica e Sukita. Aterro sanitário é mérito de Waldir Leite


Um tremendo oportunismo político e dos mais barato. Além, é claro, da famosa prática nociva do “bater continência com chapéu alheio”.

Foi o teor da reportagem veiculada no site da prefeitura no dia 5 de setembro sob o título: “Prefeitura busca renovação do convênio com Petrobrás para execução do aterro sanitário”.

Nela a informação que a prefeitura busca a renovação do convênio com a Petrobrás para a execução do aterro sanitário da cidade. Traz ainda a informação que o prefeito afastado José Baka Filho (PDT) esteve no Rio de Janeiro com Ricardo Azevedo tratando sobre a renovação do convênio firmado em 2005 ..

Além do prefeito afastado, matéria traz ainda os nomes do ex-deputado estadual Natálio Stica e do atual Coordenador Geral de Obras do Meio Ambiente de Paranaguá, Sukita, como se os três tivessem algum mérito na conquista do aterro sanitário para cidade.

Mas que vergonha.

Em momento algum da reportagem o crédito desta conquista para quem, de fato a viabilizou, o ex-deputado estadual Waldir Leite (da mesma legislatura de Stica), hoje, presidente do PSC de Paranaguá .

Mas é bem feito para Leite que ainda faz parte do grupo político do prefeito.

Só que não gosto de injustiça e desinformação, ainda mais, quando sei dos fatos desde o princípio e vamos a eles.

O aterro sanitário é uma conquista de Waldir Leite (foto) desde 2003, há quase oito anos.

E como nasceu a conquista do aterro?

Da mesma forma que vamos ganhar um Aquário Marinho, por mancada ambiental da toda poderosa Petrobrás. O aterro é fruto de medida compensatório também.

A Petrobrás não ficou boazinha da noite para o dia também.

Vamos refrescar a memória dos esquecidos e, principalmente, da conveniente e obediente Assessoria de Imprensa da prefeitura.

O aterro nasceu em 2004 depois de um trabalho de um ano do então deputado estadual Waldir Leite (PPS) para conseguir medidas compensatórias para cidade junto à Petrobras - em função dos acidentes ocorridos na Serra do Mar, baía de Paranaguá e com o navio Norma que despejou nafta na entrada do porto.

Nesta época a Petrobras autorizou a construção de um aterro sanitário na cidade no valor de quase R$ 3 milhões, dos quais o Estado deveria desembolsar R$ 600 mil.

Mas tudo começou em maio de 2003, quando o deputado Leite deslocou-se até o Rio de Janeiro com uma comissão formada pelos então vereadores Antonio Ricardo dos Santos, Arnaldo Maranhão Júnior e Rudolf Amatuzzi Franco, para uma reunião com Ricardo Azevedo, gerente executivo da Petrobrás na Área de Meio Ambiente.

O mesmo que apareceu agora na reportagem da prefeitura deste mês.

Na oportunidade, Leite entregou um documento reivindicando diversas ações, como a construção de um hospital e um pronto-atendimento para queimaduras e intoxicação química, e a viabilização do Aterro Sanitário.

No dia 31 de maio de 2005, o deputado estadual Leite foi recebido na Petrobrás, no Rio de Janeiro, pelo então presidente, Eduardo Dutra e estava acompanhado do prefeito, José Baka Filho, o então vereador Rudi e pelo ex-deputado federal Irineu Colombo.

Neste dia foi definida a necessidade da compra dos equipamentos para operação do aterro sanitário que tinha entrega prevista para 2006, há cinco anos trás. O preço do aterro, R$ 2,6 milhões, sendo R$ 2 milhões de responsabilidade da Petrobrás e o restante do governo do Paraná.

Nesta época este jornalista trabalhava como assessor de imprensa do deputado Leite e, em todas as reportagens, retratava tão somente os fatos e dando nomes a todos os envolvidos. Coisa que não se viu não só nesta reportagem, como em todas as anteriores feitas pela prefeitura. Por que será?

Não tenho nenhuma procuração para defender Waldir Leite, coisa que ele mesmo deveria fazer. Até porque não faço parte do grupo politico de ninguém.

Leite deveria sim se impor e falar, apenas, a vardades dos fatos. Afinal este “filho” (o aterro) foi ele mesmo que pariu.

Mas achei isso uma tremenda injustiça e um desrespeito com a verdade da informação a ser levada aos parnanguaras.

Desafio qualquer um provar que isso tudo não é a expressão da mais pura verdade.


terça-feira, 13 de setembro de 2011

Paranaguá terá 17 vereadores em 2013



Agora é oficial. Os vereadores aprovaram agora pouco na sessão o aumento de cadeiras na Câmara de Vereadores a partir de 2013 que será composta de 17 vereadores. Veja o placar da votação.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Provopar de Curitiba traz moradores de rua Paranaguá, diz site

Site denuncia que Provopar de Curitiba traz moradores de rua para Paranaguá. Confira:


http://diariodoestado.com/?p=2783&utm_source=twitterfeed&utm_medium=facebook

E a grana da eleição de nível dos professores municipais, quando sai?

Todos sabem que a data-base para pagamento da elevação de nível dos professores municipais é junho. Neste mês os mestres ganham um aumento salarial por conta deste benecífio assegurado por lei. Até mesmo a prefeitura, o prefeito José Baka Filho (PDT) e a secretária de Educação, que também é professora, sabem desta obrigação da prefeitura.

O problema é que eles sabem, mas o que os professores ainda não sabem é quando essa grana da elevação de nível sairá. Afinal já se passaram dois meses da obrigação edste pagamento e ate agora nada. Estamos em setemebro e ainda sequer pediram a documentação para dar encaminhamento ao pagamento do benefício, assegurado por lei.

Fala-se muito em educação em tempo infernal, opa, desculpe, integral, lembrando o saudoso Leonel Brizola que, de fato, ofereceu esta modalidade de ensino no Rio de Janeiro, mas sobre o sagrado salário do pessoal que está por trás da educação em tempo integral, mas que na verdade não passa de atividade de contraturno, ninguém fala nada.

Agradeço se alguém ligado a educação e a cúpula do prefeito Jospe Baka Filho postasse aí algum esclarecimento sobre este assunto. Já que nada se vê no site da prefeitura.

A menos, é claro, que todos saibam tanto quanto sabem os professores, ou seja, nada.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Demorou mas saiu quase 10%

Na campanha de 2004, ciente da ausência de duas décadas de políticas habitacionais na cidade, o prefeito José Baka Filho (PDT) prometeu aos parnanguaras construir quatro mil casas populares no seu primeiro mandato. Encerrada gestão e nem um tijolo foi colocado. Novo mandato e nova promessa de casas populares, desta vez, sem números, uma vez que eles ficaram apenas na promessa da primeira campanha.

Na semana passada, graças a política habitacional do Governo Federal, que criou o Programa Minha Casa Minha Vida, o prefeito conseguiu entregar quase 10% do que prometera em 2004, mas sem lançar mão do seu orçamento e entrou apenas com a doação do terreno comprado de um ex-secretário municipal de sua primeira gestão.

Assim o sonho com gosto de mel como disse uma das contempladas e enaltecida pelo prefeito, teve como grande abelha rainha, a atual presidente da República Dilma Rousseff, quando exercia o cargo de Ministra Chefe da Casa Civil. A prefeitura entrou com um pequeno pedaço do favo que contribuiu para adoçar o sonho da contemplada.

Não fossem os recursos do Governo Federal as 384 famílias ainda estariam “amargando” aluguéis, se sujeitando a morar com parentes, lugares de invasão e impróprios.

Não se ouviu durante a entrega das chaves esta gratidão ao presidente Lula e sua política habitacional e todos os louros se voltaram para a inexistente política habitacional da prefeitura que vai continuar sobrevivendo da sombra do Governo Federal no Programa Minha Casa Minha Vida, para felicidade dos parnanguaras.

Enfim, estão descobrindo Paranaguá!

A decisão de ampliar investimentos em outros cantos do país, lojas como a Coopel e Havan descobriram as vantagens de lançar âncora em nossa cidade, apesar das condições desfavoráveis no que diz respeito à estrutura urbana.


A atual gestão criou em 2009 o Programa de Expansão Econômica de Paranaguá (Prodepar) que prevê que a maioria dos trabalhadores contratados deve ser cidade, além de oferecer outras vantagens aos empresários como ampliação dos benefícios fiscais, isenção de alvarás e redução no pagamento do ISS de 4% para 3%. Iniciativa acertada e incentivadora, mas que se torna incoerente na medida em que a prefeitura, há mais de um ano, dificulta a abertura do primeiro shopping da cidade na Rua Julia da Costa.


Um empreendimento que já está pronto para abrir suas portas gerando renda e emprego aos parnanguara e contemplando exatamente o que prevê o Prodepar. Porém, independente desta incoerência da prefeitura, a cidade foi descoberta por grandes grupos empresariais que vislumbram desenvolvimento promovido pela movimentação portuária e uma retro área que cresce na área de fertilizante a cada dia.


Foi assim que Coopel e Havan incluíram em seus projetos de expansão nossa cidade que está com uma razoável infraestrutura de malha viária na área central e bairros nobres, mas que deixa a desejar no que diz respeito à limpeza, conservação e saneamento básico.

Ambas as lojas estão se instalando nestas regiões de razoável infraestrutura, mas a manutenção de seu estoque de mercadorias virá de outras cidades e não terá como evitar a entrada da cidade e a péssima conservação da BR-277 e a falta de segurança no trânsito desta via pública.

A cidade que sequer possui um aeroporto regularizado, seguro e em funcionamento precisa fazer sua parte e apresentar um bom cartão de visitas para quem aqui deseja se instalar e gerar empregos.

Assim sendo o Prodepar deveria de fato servir para aquilo que foi criado, que é de dar condições aos empresários de fomentar o Progresso.

Novo PSB questiona prioridades


Não é de hoje que o JB tem questionado as prioridades da atual administração a partir deste segundo mandato. Na verdade, não dá para entender o critério adotado pelo prefeito José Baka Filho (PDT) para se definir o que é prioridade. Na semana passada esta nossa linha de raciocínio ganhou eco do presidente da nova Comissão Provisória do PSB de Paranaguá, Arnaldo Maranhão.

Questionado por Flávio Petruy na coletiva de imprensa sobre o que seria prioridade para o grupo político que defende a criação de uma nova Paranaguá, Maranhão fez coro a muitos dos questionamentos que o JB tem feito ao longo destes dois anos.
Numa eventual vitória do grupo a que pertence, ele disse que a prioridade a partir de 2013 será saúde e segurança.

Maranhão disse não compreender o conceito de prioridade desta gestão que gasta R$ 4,8 milhões em sinalização de rua e deixa os postos de saúde sem médicos porque não consegue contratar profissionais. Na crítica, Maranhão deu a solução, “pague melhor nos médicos que ele virão”. Disse ainda que não entende o conceito de prioridade do prefeito que paga R$ 2,8 milhões numa varredeira e deixa os guardas municipais trabalhando sem arma há mais de quatro anos.

De fato, limpeza pública e sinalização são importantes para população? É claro que são, mas não tão importantes quanto salvar vidas nos postos de saúde ou evitar que elas sejam tiradas nas ruas e nos becos por falta de uma melhor estrutura para a guarda municipal. O que está em jogo também é a segurança dos próprios guardas que são pais de família.


Assim sendo, o PSB já se mostra simpático com que entende por prioridade e defende aquilo que o JB vem defendo há muito tempo, critério no que é melhor para a populaçãoe não para o grupo que está no poder.

Vila Marinho e Jardim Iguaçu na bronca!



Faltando apenas 25% para conclusão do processo de regularização fundiária na Vila Marinho, bairro vizinho do Jardim Iguaçu, e a comunidade anda na bronca com a prefeitura pela falta de infraestrutura na região.

Com chuva, lama e crateras irritam pedestres e ciclistas em dias de sol, a poeira leva motoristas ao estresse. Na Vila Marinho o asfalto parou diante da unidade de saúde e as ruas estão mais para rali que tráfego de veículos.

Na bronca os moradores resolveram fazer um protesto com a cara do parnanguara, uma placa bem humorada cobrando os alagamentos que ocorrem com frequência no bairro. Para que não passasse despercebida a comunidade a colocou bem na entrada do bairro, mas que foi retirada assim que chegou ao conhecimento do pessoal da prefeitura.

Mas para o azar da administração de tempo o suficiente para este jornalista fazer o registro e tornar público a revolta dos moradores (foto).

Prefeitura homenageia ALL com “merecido” Selo Social!


Muito se critica esta segunda gestão do prefeito José Baka Filho (PDT), mas tenho que admitir que a autenticidade e companheirismo com segmentos que comungam da mesma postura que a sua, é digno de elogio. Mais ainda, digno de reconhecimento e recebimento de troféu.

Veja bem, no dia 18 do mês passado a prefeitura entregou troféus 48 empresas consideradas “socialmente responsáveis” no período de janeiro de 2009 até dezembro de 2010 pela quantidade de projetos e área de atuação.

Para receber o prêmio foram analisadas pela prefeitura a regularidade fiscal, investimento na qualidade de vida do funcionário e a participação em projetos de interesse comunitário. Entre as 48 empresas está a toda poderosa América Latina Logística, a ALL. Aquela que não estressa ninguém com suas manobras nos horários de pique.

Fico imaginando se os responsáveis por esta análise já notaram na sinalização que a ALL mantém, há anos, na passagem de nível da Avenida Coronel Santa Rita. A placa está simplesmente podre, enferrujada e virada de lado (foto).

Acredito que deve ser muito caro para a maior empresa do transporte ferroviário trocar esta placa pelo tempo que esta situação se encontra sem nenhuma providência. Até porque o lucro líquido da ALL em 2010 alcançou R$ 239,879 milhões, um aumento de 590% ante os R$ 34,748 milhões de 2009.

Mas como ficam motoristas e motociclistas que precisam de uma sinalização em boas condições? Ah, esses não importa. Afinal eles não são indicados pela prefeitura para receber o Selo Social.