terça-feira, 16 de agosto de 2011

Não tinha nem flanelinhas para Havan!



O prefeito José Baka Filho (PDT) tem enchido a boca para falar da vinda da Havan para nossa cidade, como se sua gestão fosse a grande responsável por esta novidade empresarial. Até em seu programa de rádio, o “Alô Cidade”, pago com dinheiro público, ele tem explorado esta situação. Como diria Robin no seriado dos anos 70, “santa ingenuidade Batman”. Ou a Filó, “ó coitado”.

Se o prefeito tivesse tempo de acessar sites de informações (http://www.ndonline.com.br/joinville/noticias/havan-projeta-15-lojas-no-parana.html) saberia que o Paraná é um dos grandes focos do crescimento da Havan em 2011 e 2012. A rede projetou a abertura de 15 megalojas no Estado até o final de 2012, sendo seis delas na região de Curitiba.

Só neste ano, a Havan deve inaugurar lojas em Maringá (segunda loja, no Shopping Avenida) Pinhais (região de Curitiba), Curitiba (duas, nos bairros Xaxim e Bom Retiro), além de Toledo e Paranaguá.

No ano que vem, estão previstas filiais em Campo Largo e Araucária (região de Curitiba), Curitiba (bairro Santa Felicidade), Ponta Grossa, Guarapuava, Cascavel e Londrina (duas lojas). Uma unidade também está prevista para o Sudoeste (em Pato Branco ou Francisco Beltrão).

A Havan irá terminar 2012 com 24 lojas no Paraná, sendo 11 só na região de Curitiba. O investimento em cada loja varia de R$ 10 milhões a R$ 20 milhões.

Mas quer saber de um detalhe que não sei como não desmotivou o diretor-presidente da empresa, Luciano Hang, de abrir a loja em nossa cidade quando se reuniu com o prefeito José Baka Filho(foto)?

Ocorre que ele veio até nossa cidade de helicóptero e, ao descer no Aeroparque, próximo do Terminal de Passageiros que está sendo reformado pela iniciativa privada e não pela prefeitura, não tinha onde e com quem deixar a aeronave.

Nem um hangar, nem um depósito, um cercadinho e nem mesmo um “flanelinha” para ficar cuidando do helicóptero. Por sorte, um apaixonado por aviação arrumou um local seguro para a aeronave enquanto ele foi ao encontro com o prefeito. Não é uma vergonha este tipo de situação? Dê sua opinião.

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