sexta-feira, 29 de julho de 2011

Parque Awaji, prefeitura mais uma obra inacabada


Na quinta-feira fiquei feliz de ouvir a cobertura da inauguração da obra mais demorada da história de nossa cidade, a escola Parque Awaji. Mas ouvindo a entrevista do prefeito José Baka Filho (PDT) sobre a obra e falando muito muitas vezes, “ainda vamos fazer isso”, “ainda vamos fazer aquilo” na escola que deduzi que a obra foi entregue a população e na presença de autoridades japonesas inacabada.

Assim mesmo com forte recomendação médica de repouso absoluto e não me expor à friagem, ontem, por volta das 16hs pedi ao meu filho que me levasse até a escola Awaji para uma checagem externa. E não é que o prefeito Baka está mesmo certo, a obra, de fato, está inacabada. Isso vendo apenas pelo lado externo, sem entrar nas dependências.

Falta ainda muito acabamento por concluir. Para se fazer uma ideia das quatro caixas de energia, apenas duas estão completas, uma está quase pela metade e a outra zerada. Ou seja, falta muito da rede elétrica para ser concluída.

Mas a rede elétrica instalada já está servindo para desperdício do dinheiro público, antes mesmo da obra ser utilizada. Reparei que diversas lâmpadas estavam acessas no interior da escola nas duas entradas frontais. Era pouco mais das 16 horas. Só que ao descer até o monólito de basalto onde fica o símbolo da escola, outra surpresa, na parte traseira dos dois prédios da escola, pude contar (e você também se for observador) mais de 60 lâmpadas acessas.

Para quê?

E olha que havia uma guarda municipal no seu interior e até alertou o comando de que alguém estava fazendo fotos.

Nesta semana o programa Paraná TV 1ª Edição da RPC cobrou do Poder Público Estadual justamente este desperdício de iluminação com prédios e lâmpadas acessas em pleno final de semana.

Agora fico imaginando se esta enorme quantidade de lâmpadas acessas ficasse acessa até segunda-feira? Digo isso, porque depois deste alerta é obvio que as lâmpadas serão apagadas e se poupará a grana dos parnanguaras que pagam impostos. A menos, é claro, que prefeito e secretário de Administração não estejam nem aí para a gerência responsável do dinheiro público.

Amanhã estarei lá novamente poderei tirar esta dúvida.

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