segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Leia amanhã no JB

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Fulvio comunica

Mura, Hedran e Juliano na coletiva


Logo após a coletiva com o superintendente do porto, Airton Maron e todos seus diretores no café da manhã com a imprensa hoje no Palácio Taguaré, os “enxutos” colegas de imprensa Mura e Hedran fizeram uma boquinha com o também “enxuto” diretor Juliano Elias.

Aí sabe como é, conversa vai, conversa vem e tome salgadinho e suco, quando reparei o trio de peso monopolizaram algumas bandejinhas de empadinha e sanduichezinho.

Aí não pude perder o registro que está aí para provar. Em tempo, as bandejas ficaram vazias após a foto. Brincadeira a parte, a coletiva e o café foi show e está de parabéns toda a equipe da Assessoria de Comunicação chefiada pela jornalista Sâmar Razzak.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Saudades do bom Valdinei Garcia!



As rádios, Difusora e Ilha do Mel que me perdoem, mas nas transmissões do Rio Branco SC acompanho pela rádio Litoral Sul FM pelos seus quatro anos consecutivos de Troféu Imprensa de Paranaguá, eleita pela imprensa a melhor rádio da cidade. Ocorre, porém, que observei que o repórter esportivo Valdinei Garcia, um dos melhores da cidade, não mais está nos jogos do Leão da Estradinha. Não posso falar pelos outros ouvintes, mas sinto a falta de toda sua competência, simpatia e conhecimento no gramado. O moço que é super atento ficava em cima do lance e sempre vinha com o detalhe e comentário. Não sei porque não ouço mais nas transmissões,mas garanto que ele faz falta neste quadro esportivo da Litoral Sul. Vale dizer que a estreia de Mauro Junior foi excelente, mas com Valdinei Garcia junto a equipe fica 1000%.

Tarifa da época de Tortato



Dos quatro anos de Tortato, vivi apenas o último (1996), pois morava em Pinhais nesta época. Mas fiquei sabendo como funcionou a questão da tarifa da Viação Rocio no seu mandato. Logo que assumiu, Tortato revogou o último aumento da passagem concedido pelo ex-prefeito Vicente Elias e depois passou seu mandato autorizando aumentos baixos que mantivessem a tarifa no valor de 50% da passagem de Curitiba. Eu disse 50%. Tem mais, em todos os aumentos concedidos, Tortato colocava junto a nova tarifa a relação das 10 passagens mais caras do Paraná, para mostrar que a nossa era a mais baixa. Ele também tornava público o salário do motorista e cobrador. Neste período, a empresa que era a mesma de hoje não quebrou, não fez demissões em massa, não deixou de comprar ônibus novos e o povo tinha uma passagem de ônibus social, de acordo com o bolso do usuário. Se ele ainda fosse prefeito, a tarifa hoje seria de R$ 1,10, ou seja, 50% do preço praticado em Curitiba que por sinal ainda não aumentou. A pergunta que se faz é a seguinte; se foi possível com Tortato porque não nesta gestão? Será que não é questão de competência ou boa vontade com o povo?

FU de terça-feira

Auditores do TC na prefeitura


Dito pelo próprio prefeito no twitter, ontem, dois auditores do Tribunal de Contas do Paraná estiveram na prefeitura, Ana Maria e Márcio que aproveitaram para der uma espiada no reality show da Escolinha de Governo, ou seja, a reunião do secretariado. Mas o que dois auditores do TC estiveram fazendo na prefeitura? Certamente, não foi apenas para ver o reality show e tomar cafezinho. Bom, pelo que pude apurar a função de um auditor é “exercer a fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial do município e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, à legitimidade e à economicidade, além da fiscalização da aplicação das subvenções e da renúncia de receitas”. Certamente, foi algo neste sentido que Ana Mário e Márcio podem ter vindo fazer na cidade. Com a palavra o prefeito e pode ser pelo twitter mesmo.


Do PT para o PSDB


Comentei hoje no twitter e ontem no blog sobre o enigma político que está por rolar na cidade. Ocorre que o prefeito está propenso nomear o vice-prefeito para Fundação Municipal de Esportes (Fundesportes). Até aí tudo bem. Nada demais. Agora o enigma é o seguinte. Porque cargas d’água o prefeito do PDT que apoiou a presidente Dilma do PT e a senadora petista Gleisi, está tirando do PT uma secretaria e passando justamente para o PSDB, que foi adversário político na campanha do presidente do PDT do Paraná, Osmar Dias? Esta atitude não combina com a do PT nacional, pois a presidente Dilma Rousseff, empossada, manteve no cargo o ministro e presidente nacional do PDT, Carlos Lupi. Nada contra o vice-prefeito, mas é fato que ele é PSDB e foi Beto Richa e não Osmar Dias. Foi Serra e não Dilma e foi Gustavo e não Gleisi. O vice-perdeu a eleição, mas deverá ganhar a Fundação do PT.


Concurso do Cortejo com entrevista


Nada melhor que analisar erros para se chegar a perfeição. Digo isso porque quero sugerir para a Associação das Escolas de Samba de Paranaguá (Aesp), presidida pela bela e competente Tenile, uma dica para o próximo concurso para formação do Cortejo Real. É preciso que os jurados façam uma pergunta para cada candidata a rainha e Rei Momo para saber como se saem em entrevistas na imprensa e junto aos foliões na Avenida do Samba. É preciso colocar uma coroa de Rainha e Rei para um casal que saiba, ao menos, dar as boas vindas aos turistas durante o carnaval. E porque a dica. Não é de hoje que o pessoal se enrola na serpentina.
Tivemos rainha que soltou a seguinte pérola na Avenida do Samba; “vamos ter o melhor carnaval do ano” e até 'todos os parnanguaras são bem vindos na cidade”. Isso em rede estadual. Ficou mal para cidade que vira motivo de piada no Estado. Não sei como está o casal deste ano,porque ainda não falei com nenhum dos dois. Uma já deu para notar pelas fotos, os dois são bonitos e a rainha tem um belo corpo para ser mostrado na Avenida. Dica dada.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Cooperativa de VAN, alternativa contra passagem de R$ 2,50



Enquanto a majoração de impostos sugerida pelo prefeito José Baka Filho (PDT) como alternativa para redução da tarifa de transporte não acontece no Congresso Nacional, uma boa medida seria a adoção de VAN para o transporte coletivo de trabalhadores.

Solução encontrada e bem assimilada em São Paulo e Rio de Janeiro pela população para minimizar a demanda de passageiros não atendidas pelo transporte coletivo convencional. Lá Cooperativas de VAN atendem um grupo de trabalhadores e moradores que viram nesta modalidade uma opção de mais qualidade, conforto, praticidade e mais barata que o ônibus.

Com tanta gente trabalhando com VAN em nossa cidade, creio que não é difícil este pessoal se unir e constituir uma cooperativa. E interessados é que o não irão falta levando em conta a economia que isso proporcionará no orçamento familiar. Os números falam por si mesmo. Pegue lápis e papel e faça as contas.

Um trabalhador que usa ônibus quatro vezes de segunda a sexta-feira e duas no sábado coloca nos cofres da Viação Rocio R$ 220,00 por mês. Uma VAN cobra, em média, R$ 150,00 por mês de um estudante que presta curso no Instituto Federal Tecnológico de Paranaguá (IFEP). Porém, existe lugar para 15 pessoas numa VAN e, num contrato coletivo, o preço pode baixar para R$ 100,00.

Uma economia de R$ 120,00 em relação ao ônibus, mas com a vantagem de ser entregue em casa e não precisar ficar naquele pontinho que não protege ninguém em dias de chuva e de sol. Penso que é uma iniciativa que precisa ser considerada e discutida pelo proprietários de VAN da cidade. Até porque pode ser a primeira arma contra o monopólio do transporte coletivo na cidade.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

PDT que apoiou a presidente Dilma e senadora Gleisi tira secretaria do PT e dá para o PSDB




Já comentei a questão estrutural e administrativa da ida do vice-prefeito Fabiano Elias (PSDB) para a Fundesportes, falemos agora da questão política que é bem mais interessante e estranha.

Ocorre que a Fundesportes até o final do ano estava nas mãos do PT, através do presidente Mario Rodrigues. O mesmo PT da presidente eleita Dilma Rousseff que o prefeito José Baka Filho (PDT)(foto) apoiou e sua esposa, Jozaine Baka tinha foto junto no banner, ao lado da também petista, a senadora eleita Gleisi Hoffmann.

Vencida a eleição pelo PT no país e Senado Federal com apoio do PDT local, estadual e nacional. O que fez a presidente Dilma com o PDT, parceiro de coligação, manteve Carlos Lupi, presidente do PDT no Ministério. Nada mais que justo.

Por sua vez, o que fez o presidente do PDT de Paranaguá, o prefeito Baka? Tirou do PT a Fundesportes e está para passar para quem? Para o partido de José Serra e Beto Richa, o PSDB, que foram adversários de Dilma na presidência (adversário derrotado) e do presidente do PDT do Paraná, Osmar Dias (adversário vitorioso).

Agora quem puder decifrar este enorme enigma político, por favor que poste aí embaixo: dá para entender o que significa isto?

Fabiano Elias vai pegar o “abacaxi” da Fundesportes


Dava quase como certa a ida do vereador Ricardo para a Fundesportes, apesar de saber da possibilidade de Fabiano Elias assumir o cargo. E no final a Fundesportes está ficando mesmo com o vice-prefeito. Mas a pergunta que se faz é a seguinte: porque cargas d’água Fabiano Elias está pegando aquele “abacaxi”?

Depois que o prefeito Baka retomou o controle da grana e o presidente tem que pedir a bênção até para comprar copinho de café, como desenvolver um programa de trabalho dependendo do crivo (e autorização) do prefeito? Impossível. Isto sem falar na grana da Lei do Incentivo ao Esporte que, hoje, se tornou mixaria.

Tenho certeza que Fabiano Elias desconhece a situação da Fundesportes no que tange a estrutura de trabalho, quer de humana e de material. Se soubesse jamais iria comprometer seu nome e seu trabalho numa pasta extremamente complicada. Basta ver o que a cidade proporciona de esporte, hoje, para a população.

Com toda dificuldade, Mario Rodrigues fazia das tripas coração para manter a pouca atividade esportiva na cidade, que já teve escolinhas de futebol ativas nos bairros, futsal, vôlei, basquete, natação, ginástica olímpica, xadrez, recreação, esporte para olímpico, Jogos Escolares, Jogos Abertos, Fecripa, entre outros.

De tudo isso, o que sobrou? O que está sendo possível fazer? Num passado não muito distante, até jovens atletas foram “esquecidos” em cidades onde competiram, ônibus quebraram e deixaram desportistas na mão, e até dívida com árbitros deu confusão.

É este tremendo abacaxi que Fabiano Elias vai assumir e com a ampulheta tendo areia para pouco mais de um ano, já que pensa em sair candidato a prefeito em 2012 e aí terá que sair do cargo em abril do próximo ano. Como ele ainda não assumiu, convém analisar o quadro negro da Fundesportes e reconsiderar. Mas caso resolva aceitar, desejo muita sorte para Fabiano porque irá precisar muito dela.


A Rede PDT está distribuindo no seu mailing

FU de domingo


Digitadora de berço

Quem soprou 15 velinhas ontem foi a minha “degravadora” Katiane (foto), irmã da talentosa e inteligente ex-vereadora mirim, Tatiane Pricyla da Rosa. Família de gente bonita e inteligente, pois a outra irmã, Tassiane ficou em segundo lugar no Garota Algazarra, Katiane contribui com minhas reportagens especiais e entrevistas, fazendo a degravação dos áudios facilitando o trabalho na produção de matérias. Tem sido uma mão na roda. Quem precisar dos seus trabalhos pode ligar para 3422-2135. Juntamente com a colega de redação, a jornalista Bianca Pelegrini Neves, desejamos a Katiane votos de muita paz, saúde e prosperidade.


Vai ser lacrado!

Alvo de reportagem de diversos veículos na imprensa, o antigo colégio de bacana, Jean Piaget, que virou moradia de moradores de rua, carrinheiros e desocupados vai ser lacrado pela prefeitura. Menos mal. Numa recente prisão ocorrida na cidade, os policiais militares tiveram que entrar no prédio atrás dos assaltantes. No interior a ocupação estava completa com direito a fogão a lenha e tudo mais. Na sexta-feira o secretário Guilherme esteve no local com a Secretaria de Obras, Guarda Municipal e Polícia Militar constatou a ocupação irregular e deu até hoje para a rapaziada encontrarem outro local, porque amanhã será lacrado.


Só São Pedro e o parnanguara?

Depois do segundo maior alagamento da década, percebi que muitos profissionais e autoridades creditaram a cukpa da inundação a São Pedro que enviou maré alta e chuva simultânea e aos parnanguaras que jogam entulhos e lixo nas ruas. Só, mais ninguém. Teve até quem comparou a situação com Rio de Janeiro e Santa Catarina. Mas por que todos esqueceram, repentinamente, que cabe a prefeitura a fiscalização deste despejo de entulhos e, mais ainda, a cobrança da limpeza de garelias e rede de drenagem? É claro que o povo e a natureza têm culpa sim, mas não estão esquecendo de creditar a culpa a mais alguém? Se fosse feita limpeza periódica das galerias e redes de drenagem, coisa que só lembro que ocorreu uma vez nos últimos 14 anos, a situação não seria minimizada quando este fenômeno se repetisse? É como diz a máxima popular, pior cego é aquele que não quer enxergar.



Até São Pedro é oposição

Pelo jeito o descontentamento com a administração local já ultrapassou a esfera terrestre e até São Pedro resolveu engrossar a bancada de oposição ao prefeito . Só pode ser. Afinal, depois de mandar uma tremenda maré alta no Rio Itiberê que recebe o despejo águas pluviais e fluviais, São Pedro abriu as torneiras por meia hora de chuva torrencial que fez da cidade uma piscina. É claro que a falta de um trabalho sério de fiscalização, drenagem, limpeza de constante de galerias e bocas de lobo ajuda um bocado para que esta piscina fique rasa e não olímpica como ocorreu. E a quem cabe isto? Garanto que não é São Pedro. Mas acredito que o Santo esteja acostumado levar a culpa pela ineficiência de determinadas administrações públicas. É o Santo das costas largas(foto). Espero que o alerta sirva de lição.


O povo tem que colaborar

Mas a população também tem boa parte da culpa pelo alagamento (único ponto que concordo com o prefeito) pela péssima mania de jogar lixo e entulhos na calçada e nas ruas. Isto é terrível. Esse lixo e entulho vão para as bocas de lobo e entopem as galerias e rede de drenagem que não são limpas há muitos anos. Limpeza, por sinal, que não é cobrada pelo Poder Público. Tenho sido e continuarei sendo um ferrenho cobrador do uso indevido de calçadas e do despejo de entulhos nas ruas e avenidas e sei bem o quanto o povo é folgado. É preciso agir com rigor na fiscalização e na multa das pessoas que agem desta forma. É preciso que o povo também denuncie este desleixo para o 156 (se tiverem paciência e fé), Secretaria de Meio Ambiente, Guarda Municipal e imprensa. De minha parte se enviar foto comprobatória, garanto divulgação.


Sessão histórica na Câmara


Desde que voltei à cidade e retomei minha carreira no jornalismo em 1996, sempre dediquei atenção especial a duas editorias, política e sindical. Adoro política e, mais ainda, escrever sobre ela. Até porque muitos dos seus protagonistas são bastante variados (inclusive no sentido comportamental). Desde então tenho acompanhado Legislativo e Executivo nestes 15 anos e já assisti e cobri centenas de sessões da Câmara de Vereadores. Mas a de terça-feira, sem nenhuma dúvida, foi histórica. Marcante em todos os sentidos, positivo e negativo. A participação do movimento estudantil na sessão foi de arrepiar e, mais ainda, de emocionar. Lembrou a garra dos jovens que ajudaram no movimento “Direto Já” e na queda de Collor. O momento do Hino Nacional cantado de costas (foto maior) para mesa diretora foi de dar frio na espinha. Os estudantes descobriram e despertaram a força que tem.

Nenhum direito perdido

A parte triste da sessão ficou por conta de um formador de opinião, comissionado de peso da Câmara, que disse para um dos lideres do movimento que por causa da manifestação feita no plenário eles haviam perdido seus direitos de reivindicação. Mentira e bobagem que quem está defendendo seu patrão e sua grana mensal. Os estudantes não perderam nada. Muito pelo contrário, ganharam a admiração de quem estava na sessão pessoalmente e os que tomaram conhecimento de seus atos através do twitter.

Estudantes de parabéns

Não estive cobrindo, mas soube de tudo o que rolou no protesto dos estudantes pela redução da passagem do ônibus que o prefeito decretou para R$ 2,50. Movimentos e lideranças estudantis engrossaram o caldo e empunharam cartazes, nariz de palhaço e levantaram a voz contra o que consideram um abuso que é o valor da tarifa que está em vigor desde o dia 10 do mês passado. Vale dizer que a tal reunião com o CEFA feito um dia antes, foi a maior furada. Até porque o ex-presidente Getulio Rauen nutre simpatia pela atual administração que concedeu o aumento da passagem e que Getulio me corrija se eu estiver errado. Além do mais, líderes e integrantes do movimento de quarta-feira disseram que foram proibidos de se manifestar e até sofreram pressão durante a audiência pública. Fiquei sabendo ainda que no protesto uns integrantes do CEFA quiseram de manifestar e foram convidados a se retirarem do local pelos estudantes. Valeu o protesto que poderá significar a redução na passagem do estudante e, quem sabe, na de toda a população. Vamos aguardar.


A culpa é da tributação

Desvendado o mistério do aumento da passagem de ônibus em nossa cidade, a segunda mais cara entre 27 capitais brasileiras; a carga tributária paga pela Viação Rocio. Coitadinha da empresa. Ela paga tantos impostos que onera os custos do transporte coletivo e que acaba incidindo no valor da tarifa. Foi o que deu entender o Chefe de Governo, Mariozinho Lobo, ontem, na hora do almoço no Litoral Sul Notícias. Ouvindo este argumento fiquei com tanta pena da Viação Rocio e entendi porque o prefeito deixou a passagem em R$ 2,50. Ele também ficou sensibilizado. Só acho que um casal que tem três filhos na escola e gasta, em média, R$ 480,00 só de passagem de ônibus não terá a mesma sensibilidade. É melhor ele comprar um carro, sem entrada, que pagará quase a mesma coisa. Em tempo, o carro garantirá lazer, trabalho, (renda em alguns casos) e um patrimônio depois de paga todas as parcelas.


Matemática da conveniência


Tenho lido no twitter e nos releases do portal da prefeitura (leitura que recomendo a todos os parnanguaras) a matemática da conveniência sobre o transporte público na cidade. E porque da conveniência? Muito simples, hoje ouvi o Chefe de Governo dizer o que leio nos releases e no twitter que apenas 20% pagam R$ 2,50 pela passagem de ônibus. Só que se esquecem de dizer que na origem dos 100% incluem os que usam vale-transporte, o cartão e as tarifas reduzidas (idosos e estudantes). Destes, de fato, 20% pagam R$ 2,50. Mas e a grande maioria dos desempregados, donas de casa, empregados da informalidade e das empresas que não tem nem vale-transporte e nem cartão que não estão neste cálculo dos 100%, quantos representam? Sem a menor dúvida um número bem maior que todos os 80% que pagam R$ 2,40 e R$ 1,20. Nunca fui fã de matemática, mas não sou tão ingênuo assim.

Jet Bus? Paranaguá nem teve

Em agosto de 2009 toda a imprensa foi convidada para conhecer um incremento importante para o turismo de nossa cidade, o Jet Bus. Tratava-se de um barco com capacidade para 84 pessoas com o que há de mais moderno em equipamentos, ar condicionado, TV, GPS, radar, sonda e rádio VHF e bancos de couro. A empresa que realizava teste de viabilidade para operar na cidade fez um passeio conosco, secretários, diretores e autoridades pelo porto e Rocio. Coisa “xique no úrtimo”. Mas o barco mudou o triste jargão da cidade do “já teve”, porque neste caso, a cidade nem teve o Jet Bus. Na época a ideia da prefeitura era unir o barco a outras “conquistas” no setor turístico, como o Aquário Marinho, Terminal Marítimo de Passageiros e o tombamento histórico. Das três conquistas, apenas o tombamento aconteceu e nem Jet Bus, Aquário e Terminal rolou desde então. Que pagou por este mico?

Gari? Paranaguá já teve

Lembro que num dos últimos concursos do ex-prefeito Roque, foram contratados 500 serviçais, função que se enquadra o gari e as margaridas que fazem o importante trabalho de limpeza de nossas ruas e praças. Veja bem, foram 500 contratados. Mas hoje quantos garis e margaridas vemos trabalhando pela cidade? Dá para contar nas mãos. E aí fica a pergunta onde estão trabalhando todo esse pessoal? Certamente em alguma função que desvia da qual foi contratado e lhe assegura o direito de aventurar uma grana do município nas varas Trabalhistas locais. E olha que são três, um exagero para uma cidade de apenas 140 mil habitantes. Assim no caso dos garis merecemos sim o titulo da cidade que já teve.


Distrito industrial? Paranaguá nunca teve


No papel acredito que a cidade deve ter uma área delimitada no Plano Diretor para funcionar como Distrito Industrial. Porém, na realidade a cidade nunca teve. Até porque a área destinada fica lá pelo lado de Alexandra e Embocui e as condições para instalação de qualquer empresa desmotiva qualquer investidor. A começar pela Estrada Velha de Alexandra que só vai ficar devidamente transitável se o BID deixar de ser lenda urbana. Agora, o problema da água foi resolvida pela Cagepar e a Copel garante sua parte. Resta agora o Poder Público rechear o local com empresas que trarão emprego e renda. Mas do jeito que está, merecemos o título.


Por onde anda Zé Manoel?

Natural do mesmo bairro que este colunista, a Costeira, o Secretário Especial de Assuntos Portuários, José Manoel Chaves, faz parte do secretariado municipal desde a primeira gestão. O interessante que ao longo de mais de seis anos ainda não vi o motivo da existência de sua secretaria, tanto que jamais o vi envolvido em algo que resultado em beneficio a população. A não ser, é claro, pelo passeio demonstrativo e único do Jet Bus em agosto de 2009. Uma promessa furada de fomento no turismo pela baía de nossa cidade. Foi a única vez que o vi de forma oficial no exercício do cargo. Antes disto só na posse em 2005. Mas, afinal de contas para que o município tem pago por esta secretaria? O que faz ou fez? Nem mesmo nesta questão da falta de dragagem do porto que rolou na gestão Requião vimos qualquer movimento dele neste sentido. Mas posso estar enganado e sua secretaria seja extremamente atuante, tão atuante que não tem tempo nem de aparecer e local para ficar.


Problemas? “Lige 156”

Muito se reclama do serviço de atendimento 156 que não funciona, leva um tempão para atender e quando atende só falta pedir para você enviar um mapa mundi e enviar um GPS do local para atendimento ser realizado, mas hoje quero fazer aqui o papel de advogado do diabo. Eles não têm tanta culpa assim, às vezes, o povo não entende que pode procurá-los pela divulgação que é feita deste serviço de atendimento. Digo isso, porque estive na unidade básica de saúde do CAIC e lá vi este enorme cartaz informando que, em caso de problema ou reclamação, “LIGE 156”. Deduzi que houve um guloso (só pode ter sido homem) comeu o “u” da palavra que a deixou sem sentido. Tem quem se confunda e não entenda tratar-se do 156 aquele serviço de atendimento que não funciona, leva um tempão para atender e quando atende só falta pedir para você enviar um mapa mundi e enviar um GPS do local para atendimento ser realizado.

Leia nesta segunda-feira, a tarde no JB

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

BID dando prejuízo


Antes mesmo de garantir as obras tão necessárias para nossa
cidade, os R$ 16 milhões do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) tem dado um bom prejuízo nos cofres do município que, certamente serão justificados quando sair.

Digo isso, porque já rolaram algumas viagens do prefeito Baka até Brasilia para tratar deste assunto e, na última delas, ocorrida de 24 a 26 do mês passado, o prefeito levou uma comitiva. É mole. Além dele, foram ainda mais seis pessoas entre assessores e secretários.

Foram passear, digo tratar do assunto do BID, João Carlos de Oliveira e Silva, Sebastião Furtado, Ruy José Ribeiro, Adriano e Luciane Chiarelli Magalhães que somado ao prefeito Baka (foto) se constituiu numa comitiva de sete pessoas.

Só de passagens de Curitiba à Brasilia, cerca de R$ 800 por pessoa, lá se foram R$ 5.600,00 que, somado mais hotel e refeição a conta para os cofres públicos deve passar dos R$ 10 mil.

Só não entendo porque levar tanta gente assim nesta comitiva, uma vez que nas outras, não foi nem a metade deste grupo se não estou enganado.

Por outro lado, para quem não conhecia o Distrito Federal foi a oportunidade perfeita de fazer um turismo, pois não se trabalhou 24 horas do dia e todos os dias, é claro.

Na gestão passada também conheci Brasília por conta do município quando acompanhei os sindicalistas, Ribas e Geremias com o prefeito Baka que foram até o Ministro do Trabalho Carlos Lupi levar denuncias dos avulsos e que não fez nada. Perdemos a viagem.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

R$ 16 milhões do BID, como pagar?




Este ano a prefeitura prevê uma arrecadação anual de R$ 240. 215.480,00. Foi o valor do orçamento aprovado pelos vereadores no na passado, 15% a mais do que o aprovado em 2009. Vale dizer porém, que o foi aprovado em 2009 não representou a arrecadação dedo ano passado. E não será diferente este ano.

Neste orçamento de R$ 215 milhões foram previstas despesas dentro do que a prefeitura pretende gastar com a estrutura, hoje, sob sua responsabilidade. E deste total, até 54% estão comprometidos com a folha de pagamento.

Mas tem uma enorme despesa que não foi prevista para será necessário ser arcada a partir deste ano, que é a manutenção do Aquário Marinho que será inaugurado em breve. A Catallini está pagando a conta da construção da obra. Depois pronta, como fica?

Afinal de contas, será necessário contratar profissionais de qualidade e (caros) para as funções técnicas do Aquário Marinho, além dos funcionários administrativos e operacionais. Controle de qualidade e tratamento da água para os peixes e animais marinhos, consumo de água, energia elétrica entre outras despesas.

A bilheteria será boa nos primeiros três meses da novidade e depois ficará resumida ao calendário de eventos, mesmo assim não arcará com 10% das despesas. E aí como fica o orçamento que não previu todas essas despesas?

Faço este alerta porque, se o Aquario é uma despesa concreta para 2011, a grana do BID ainda continua lenda urbana criada desde 2007. Neste ano, o prefeito Baka divulgou e comemorou a assinatura do contrato do empréstimo em Brasília (foto). Uma conquista que será benéfica para os parnanguaras e a cidade.

Mas considerando que o BID deixe de ser lenda urbana ainda neste ano, a pergunta que se faz é como será pago este empréstimo, não previsto num orçamento que não previu, mas terá de pagar pela manutenção do Aquario Marinho?

São perguntas como estas que gostaria de ouvir os vereadores de oposição e independentes fazerem no plenário da Câmara aos seus colegas que fazem parte da bancada de apoio ao prefeito.

Afinal, administrar uma cidade, guardada as proporções é a mesma coisa que administrar uma casa. Um pai de família endividado que, no desespero, faz empréstimo para pagar suas dívidas, apenas aumentará seu problema e comprometera até o sustento dos filhos.


segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Ainda não vi Andresa Costa




Semana passada falei na minha coluna sobre minha satisfação com o prestigio que está sendo dada aos parnanguaras em cargos comissionados do Governo do Estado aqui na cidade. Algo mais do que justo e merecido já que estiveram no palanque de Beto Richa, Alceuzinho Maron, Fabiano Elias, Stephanes, Francischini, Sciarra, Canziani entre outros.

Assim sendo quem já se deu bem pelo trabalho na campanha passada até agora começando pelo porto; Airton Maron, Frisoli, Fregonese, Juliano Elias, Alceu Chaves, Luiz Renato Rodrigues da Cunha, Leandro Klaus, Marcos Pinheiro, Fabio, Tiago Teodoro, Mauro Junior, Larry Cesar, Ceres Martins, Anderson Wanderci, Elcio Nagel e Adriano Ramos. Tem ainda os médicos José Renato Pinheiro na 1ª Regional de Saúde e Eduardo Farah no Hospital Regional e Selma Meira no Núcleo Regional de Educação. Esses são os que conheço.

Faço este comentário porque ainda não vi em lugar nenhum a colega e amiga de muitos anos, a jornalista pós-graduada, Andresa Costa (foto). Uma profissional de extrema competência e com uma sagacidade (essencial em nossa área) que deixa muita gente antiga no chinelo. Isto sem falar que é “pau para toda obra” em comunicação, pois já fez jornal (Folha do Litoral e Jornal dos Bairros), televisão (os bons tempos do jornalismo da TV Serra do Mar) e rádio (Litoral Sul FM).

Todo esse profissionalismo fez com que fosse a assessora de imprensa de Alceuzinho Maron na sua excelente campanha que ultrapassou os 30 mil votos e o deixou na marca do pênalti para disputa da sucessão do prefeito Baka em 2012.

Tenho certeza que uma profissional da sua qualidade será de grande utilidade para o Governo do Estado aqui na cidade. Resta saber quando e onde ela será encaixada. Vamos aguardar.

Prata da casa valorizada



Depois de quase oito anos dos parnanguaras sendo obrigado ver pessoas de outras regiões que sequer sabem o que é um cabeço, finalmente um governador abre as portas para prata da casa administra o porto de Paranaguá. E não apenas a função de comando e sim diversas outras, onde o conhecimento e a convivência com a faixa portuária será um diferencial para resgatar a condição de segundo maior porto em importância no país.

A caravana curitibana que lotava Van e vieram aprender o que é um porto não mais atravessa o pedágio diariamente e, da mesma forma, não mais deixa os reais de seus cargos no comércio da capital. O parnanguara, ao mesmo tempo em que ganhou esta carta de confiança do governador Beto Richa, assumiu um compromisso com a competência de toda uma cidade. Ou seja, é preciso corresponder esta expectativa com resultados positivos. De nada adiantará termos um porto administrado e trabalhado por parnanguaras que fique estagnado, ou pior ainda que retroceda.

É preciso provar com um trabalho de qualidade e com conhecimento que deveríamos mesmo conduzir nosso porto. Não podemos passar um atestado de incompetência empunhando a bandeira do bairrismo. Por isso, mais do que corresponder a confiança do governador, esses muitos parnanguaras que estão no porto precisam provar que são competentes e justificar o que sempre dissemos, ninguém melhor que o parnanguara para administrar o porto de Paranaguá. Por favor, não nos decepcionem.

Ricardo na Fundesportes e Vilmar na Câmara





No domingo divulguei na minha coluna da Folha do Litoral a possibilidade de Ricardo assumir a Fundação de Esportes e depois fiquei imaginando porque o prefeito Baka faria isso. E acredito que descobri.

Com a decisão do STJ que o cargo é do partido e não da coligação, o vereador Cleodinor pode perder a vaga para Vilmar Cruz na Câmara. Até aí tudo bem, tanto Cleodinor como Vilmar são esquema de Baka e integrarão a banca de apoio.

Mas com o STJ na parada, penso que o prefeito quer capitalizar com esta decisão e de que forma? Aumentando sua bancada na Câmara de seis para sete vereadores. Afinal, Ricardo certamente terá postura independente e isso é uma incógnita nas votações.

Agora com Ricardo aceitando assumir a Fundesportes, abre nova vaga na Câmara e quem assume segundo as normas do STJ? Desta vez sim, Cleodinor. Porque a esta altura o Vilmar já será vereador, pois não vão deixar Junior Rosina assumir.

Com isso, Baka troca Frisoli, por Vilmar e Cleodinor, e com sete vereadores na bancada, fica fácil garantir aprovação de maioria absoluta. Basta acertar apenas um vereador independente ou de oposição. Não é uma jogada de mestre (mestre do mal, é claro).