quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Pela paz e por quem luta por ela!

O talentoso cantor argentino e gaúcho de coração, Dante Ramon Ledesma, com sua potente voz e violão emociona ao eternizar em sua canção a luta de grandes homens como Chico Mendes, Che Guevara, Gandhi, Mandela e o gaúcho Lucemberg. Ele deixa no ar a pergunta “quantos deles ainda morrerão para que o homem volte acreditar na paz?”

Se Dante Ramon conhecesse a luta do Delegado Zuba contra o crime para garantir a segurança de nossas famílias, certamente o incluiria em seus versos E assim usaríamos emprestada a garganta de Ledesma no seu vero que cobra; “quantos inocentes levarão à morte, até que alguém encontre um sonho novo para libertar?”.

Não foi apenas mais um delegado assassinado como não foi feita uma verdadeira caçada aos seus criminosos por mero corporativismo, foi tirada a vida de um soldado pela paz, através da segurança e que fazia seu trabalho com paixão e seriedade.

A polícia precisava fazer justiça para servir de exemplo para bandidagem. E conseguiu.

Estamos carentes de profissionais comprometidos com seu trabalho e perdemos um que era exemplo de dedicação. Por isso que todos os esforços e a união dos órgãos de segurança nesta busca foram extremamente justificáveis e necessários.

Foi dada uma resposta aos bandidos na mesma altura da atrocidade cometida.

Não preguei o uso da Lei de Talião extraída do Código de Hamurabi, mas é bom lembrar que não houve nenhuma complacência com Zuba que, depois de baleado nas costas e caído, recebeu um covarde tiro de misericórdia na nuca.

A forma de fazer paz, muitas vezes, passa por caminhos antagônicos e, neste caso, o diálogo não era a melhor arma.

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