sexta-feira, 30 de julho de 2010

Presentes de grego nos 362 anos


Até quando está querendo fazer algo de bom o prefeito José Baka Filho dá com os burros na água. Perdeu o jeito ou a motivação. Não estive presente, e nem era preciso, fiquei sabendo de tudo com riqueza de detalhes. Os 362 anos de nossa querida e tricentenária cidade, mais uma vez, foi um festival de mancadas da prefeitura.

A que considero a pior de todas foi a falha ridícula e inacreditável da contagem regressiva para os aniversário e a sonorização do áudio de parabéns e do Hino de Paranaguá falharem. Que coisa horrível.

Mais de 30 mil pessoas no show de Zezé di Camargo e Luciano e na hora de ligar o CD, pasme, ele engasgou e não saiu nem parabéns e nem hino. Vai ver não houve tempo para testar o áudio.

Tenho certeza que isso não ocorreria nunca com Marcia Rauscher no comando do cerimonial. Mas fazer o que. E aí, na hora de optar pelo parabéns e hino, cantou-se apenas o parabéns. E o hino? A prefeitura perdeu a oportunidade de fazer mais de 30 mil pessoas cantarem nosso hino em pleno aniversário da cidade.

Uma tremenda falta de criatividade, bairrismo e competência. Como disse na postagem do “asfalto pintado de tinta preta” este tipo de coisa não justifica o novo slogan da administração “a cidade que a gente faz” . Nossa gente não daria essas mancadas.

E aí vem o show com um Zezé di Camargo afônico, sem voz e não conseguindo alcançar as notas que lhe deixaram famoso. Mais um mico de presente, desta vez, sem culpa do prefeito (é a sina).

No dia seguinte, pleno aniversário, este jornalista também recebe do prefeito seu “presente de Grego” por conta de outra mancada. Estava na pauta da inauguração da nova sede da Fumtur e feliz por ganhar uma hora extra neste dia.

Durou pouco a felicidade, a pauta caiu porque a inauguração não aconteceu.

E para fechar com chave de ouro os “presentes de Grego”, os quase quatro mil servidores ficaram sem receber seu salário antes dos 362 anos (nem no dia 29 e até hj às 14 horas)). Ou seja, passaram um feriado duro, sem grana para assistirem aos shows.

Essa é a nossa administração que já foi no rumo certo e, hoje, “não” é a gente que faz. São eles mesmos que fazem (nada de dividir o mico).

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