quarta-feira, 29 de julho de 2009

Cagepar faz “milagre” na água potável da Ilha do Mel


Depois de fazer a Companhia de Água e Esgoto de Paranaguá (Cagepar) renascer das cinzas e retomar a estabilidade administrativa e financeira ao longo da primeira gestão do prefeito José Baka Filho, o presidente da Cagepar, Edson Pedro da Veiga, faz um “milagre” na obtenção de água potável na Ilha do Mel.
Na semana passada a reportagem do JB esteve na sede da Cagepar e constatou o estado da captação da água e como ela chega nas torneiras das pousadas e residências da Ilha do Mel. A transformação é algo assombroso, o líquido que chega na estação de tratamento é totalmente escuro e, depois do tratamento, fica límpido e sem nenhum gosto de terra, completamente inodoro.
O presidente garante que a qualidade da água é excelente e só não é melhor que a fornecida no Distrito de Alexandra, porque lá, a natureza contribuiu com a Cagepar onde na perfuração do poço para implantação de Estação de Tratamento de Água, brotou água mineral. “Um presente de Deus para cidade”, disse Veiga na época da descoberta.
A entrada em atividade da Estação de Tratamento não só na Ilha do Mel, bem como no Distrito de Alexandra, a Cagepar pôs fim ao desperdício de água e na cobrança irregular da tarifa com a instalação de 1600 hidrômetros nas economias de ambas localidades. Ele recorda que no início da gestão quando a empresa possuía cerca de 1200 economias, dos quais apenas 145 possuía hidrômetro, havia consumidor que usava água potável para lavagem de animais e fontes de águas em jardins, pagando a taxa mínima, um desperdício e um falta de consciência com um produto que demanda um alto custo para sua produção. “Hoje esta situação não existe mais”, garante Veiga.
Com a implantação dos hidrômetros, a empresa investiu na democracia na distribuição e cobrança da água, hoje, considerada de altíssima qualidade. Porém, apesar de todo investimento resultante de parcerias com os governos, municipal e federal, a tarifa da Cagepar ainda é uma das mais baratas do Paraná.

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