quinta-feira, 30 de julho de 2009

Confirmado presente de Grego nos 361 anos

E confirmou mesmo o presente de Grego que o prefeito Baka deu para todos os mais de 4 mil servidores municipais, inclusive os comissionados, ninguém recebeu o salário em pleno aniversário de 361 anos da cidade. Um presentão e tanto. E tem mais, como eu havia informado, a previsão da grana sair só na sexta-feira se confirmou, pelo menos foi o que disse o pessoal do RH. E tem mais a grana dos servidores porque comissionado, só na semana que vem. E ficou tão feia a coisa que no show dos gordinhos de ontem, Baka que deu uma de cantor no show de Reginaldo Rossi nem subiu no palco. Sabia do enorme risco que correria de receber uma sonora vaia em plena Praça de Eventos 29 de Julho, como já aconteceu com Leite quando eu assessorava o moço na Assembleia Legislativa. O engraçado que grana para abrir a TV Paranaguá na rede mundial tem e para pagar os funcionários em dia, não. Esquisito não?

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Sem ajuda creche da Irmã Marta pode fechar



Depois de 30 anos de trabalho voluntário dedicado às crianças, hoje, doente, cansada e desanimada, a Irmã Marta sofre diariamente pela falta de dinheiro que pode fazê-la fechar a creche comunitária São Judas Tadeu a qualquer momento no Jardim América em Paranaguá.
Vítima da crise financeira que assola a cidade, o estado e o país e da total falta de apoio financeiro dos governos municipal, estadual e federal, a creche sobrevive da doação de empresários e colaboradores.
Com o telefone cortado, as dívidas se acumulam e a Irmã Marta se vê obrigada ignorar os efeitos de uma diabete alta e pressão alta no seu corpo de 66 anos de trabalho e corre a cidade na busca de recursos. “Já nem durmo mais pensando apenas no dia seguinte em como faremos para ficar de portas abertas” desabafa a Irmã que, ao longo dos 30 anos da creche, já atendeu mais de 17 mil parnanguarinhas.
Ela conta que o desafio é manter os custos fixos de 12 funcionários que resultam numa folha de pagamento de 15 mil reais.
Sem receber um centavo sequer da prefeitura desde outubro de 2008, conta apenas com a cessão dos professores pela Secretaria Municipal de Educação e a doação de 2 quilos de feijão por semana feito pela SP Alimentação, empresa responsável pela distribuição da merenda escolar na rede municipal.
Na semana passada, confessa a Irmã Marta, não fosse a solidariedade do empresário José Humberto Ramos, a creche teria ficado no escuro pela falta de pagamento da conta de energia elétrica. “Assim como ele, temos outros amigos da creche que Deus tem abençoado e nos ajudado cuidar de nossas 203 crianças”, diz a Irmã Marta, bastante agradecida.
Sem ter onde e para que recorrer neste momento de crise, pois garante que já bateu em quase todas as portas, a Irmã Marta apela para solidariedade de todos os empresários, sindicatos, segmentos e da população para que a ajudem manter o atendimento na creche. “A creche não é minha é da comunidade”, garante a Irmã que já perdeu a conta das lágrimas que tem derramado nos últimos meses pela falta de recursos.
Quem puder ajudar com doações de dinheiro pode fazer um depósito na conta-corrente 19377-0 da agência 0118 do Banco Itaú. As pessoas que quiserem doar sem fazer o depósito, a Irmã diz que vai até a casa ou empresa da pessoa receber, independente do valor e fornece o recibo. Doações em alimentos, roupas, cobertores ou outras doações podem ser levados diretamente na creche ou se preferirem a Irmã irá buscar no local.

Cagepar faz “milagre” na água potável da Ilha do Mel


Depois de fazer a Companhia de Água e Esgoto de Paranaguá (Cagepar) renascer das cinzas e retomar a estabilidade administrativa e financeira ao longo da primeira gestão do prefeito José Baka Filho, o presidente da Cagepar, Edson Pedro da Veiga, faz um “milagre” na obtenção de água potável na Ilha do Mel.
Na semana passada a reportagem do JB esteve na sede da Cagepar e constatou o estado da captação da água e como ela chega nas torneiras das pousadas e residências da Ilha do Mel. A transformação é algo assombroso, o líquido que chega na estação de tratamento é totalmente escuro e, depois do tratamento, fica límpido e sem nenhum gosto de terra, completamente inodoro.
O presidente garante que a qualidade da água é excelente e só não é melhor que a fornecida no Distrito de Alexandra, porque lá, a natureza contribuiu com a Cagepar onde na perfuração do poço para implantação de Estação de Tratamento de Água, brotou água mineral. “Um presente de Deus para cidade”, disse Veiga na época da descoberta.
A entrada em atividade da Estação de Tratamento não só na Ilha do Mel, bem como no Distrito de Alexandra, a Cagepar pôs fim ao desperdício de água e na cobrança irregular da tarifa com a instalação de 1600 hidrômetros nas economias de ambas localidades. Ele recorda que no início da gestão quando a empresa possuía cerca de 1200 economias, dos quais apenas 145 possuía hidrômetro, havia consumidor que usava água potável para lavagem de animais e fontes de águas em jardins, pagando a taxa mínima, um desperdício e um falta de consciência com um produto que demanda um alto custo para sua produção. “Hoje esta situação não existe mais”, garante Veiga.
Com a implantação dos hidrômetros, a empresa investiu na democracia na distribuição e cobrança da água, hoje, considerada de altíssima qualidade. Porém, apesar de todo investimento resultante de parcerias com os governos, municipal e federal, a tarifa da Cagepar ainda é uma das mais baratas do Paraná.

Traíra ou bagre ensaboado?

Quero encerrar falando no Aquario que sou 100% a favor que seja construído em nossa cidade e fomente o turismo e nossa economia, mas sem destruir a Ferradura como sugerem Ricardo e Tortato. O ponto alto da participação do nosso prefeito na escolinha foi seu comentário sobre a idéia de se investir no Aquário num peixe especial, o “traíra” e que recebeu do governador uma resposta na mesma altura, alegando que também poderá ter uns “bagres ensaboados” que estão aparecendo ultimamente. Agora muita gente que trabalhou na campanha quer saber quem o nosso prefeito se referiu quando sugeriu seu tipo de peixe para o Aquário. Será que é em quem todos nós estamos pensando de forma unânime?

Aquário eleitoreiro?



Falando ainda no Aquário corre à solta a participação do nosso prefeito Baka na escolinha de Requião (foto), aquele mesmo que foi nosso adversário na campanha e até trouxe a intervenção para o município. Há quem diga que agora sim, o prefeito consegue receber o ISS em atraso do porto e, mais ainda, a quebra das barreiras ambientais. Afinal, o Aquário está vindo através do secretário de estado do Meio Ambiente, Rasca Rodrigues , nosso principal monitor junto com o promotor Saint-Clair. Mas já estão dizendo também que a coisa tem pano de fundo eleitoreiro e, no próximo ano, Raska pode aparecer por aqui pedindo votos para sua candidatura deputado estadual, por conta desta parceria com o nosso prefeito Baka que até nomeou Sukita, o cabo eleitoral de Rasca na cidade.

Local do Aquário sob suspeita!


Não caiu bem na população a história de que o Aquário Marinho só pode ser feito no local onde está o “Ferradura” para desespero dos permissionários. Para mim a coisa está cheirando mais um round da adversidade política do confronto Baka versus Roque. A aceitação do Aquário Marinho (foto) ganhou 100% da aprovação popular, mas a idéia de destruir o Centro Gastronômico dividiu a cidade e autoridades locais. Com dois enormes lugares ao lado do Ferradura, o Mercado do Peixe e a Praça de Eventos e sem falar tantos outros na cidade e na Ilha dos Valadares, insistir na idéia do Aquário no Centro Gastronômico já tem quem pense que o verdadeiro motivo seja a extinção de uma das principais obras de Roque. Até entendo a destruição de obras sem uso como as piscinas da Praça 29 de Julho e do Aeroparque, mas o “Ferradura” que é o ponto de encontro da família e juventude parnanguara, a coisa fica mesmo sob suspeita.

Editorial do Jornal dos Bairros que está nas bancas


361 anos sem muito que comemorar!

Independente da crise financeira que assola o país e o mundo e também serve como desculpa para administrações incompetentes justificarem sua ineficiência, vivemos, hoje, os 361 anos de Paranaguá sem muito que comemorar.
As conquistas da atual administração ficaram no passado e, desde outubro, a cidade não só está parada como retrocedeu, até mesmo na maior bandeira da administração José Baka Filho, a educação. Os parnanguarinhas, como o prefeito tanto gosta de falar, entraram em férias sem receber o kit e o uniforme escolar. Foram seis meses de tênis velho, agasalho rasgado, mochilas com alças costuradas e as mães comprando grande parte do material escolar. É claro que teve uma desculpa compatível com a qualidade do trabalho administrativo, problemas na licitação. Uma pena que não é de desculpas que vivem as famílias carentes que contavam com este benefício prometido.
Vemos as obras de construção e reformas de escolas paradas e outras que parecem estar em plena operação tartaruga. É a crise que assola o país e o mundo, mas que não encontrou eco na troca de uma Administração Regional por outras três administrações distintas e uma secretaria na Ilha dos Valadares. Como também não atingiu as novas secretarias criadas como a de Assuntos Portuários e a de Meio Ambiente que tem menos de um mês.
Até mesmo na saúde onde não faltam bons profissionais como a abnegada Dra. Isolda e sua fantástica equipe que se vê obrigada passar pelo constrangimento de inaugurar duas novas e necessárias unidades de saúde, Jardim Iguaçu e Vila Garcia, no meio da lama. Infelizmente, neste ponto a saúde não vai bem, obrigado.
E na infraestrutura urbana, em passos acelerados, vemos e enfrentamos buracos em lombadas na nova Avenida Roque Vernalha que não tem dois anos de inauguração.
Em meio este pequeno resumo do caos administrativo, surge a polêmica da boa notícia do Aquário Marinho que a iniciativa privada nos presentea nestes 361 anos. E assim diante de um quadro de necessidade em se manter o que já foi feito, querem destruir o Centro Gastronômico que serve a população há 11 anos. O que dizer mais? Realmente, não temos muito que comemorar.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Parabéns a todos os parnanguaras!


Para encerrar por hoje quero desejar a todos os parnanguaras e a cidade Mãe do Paraná muita prosperidade e esperança de dias melhores. De forma singela e humilde o JB homenageia,hoje, a cidade com uma edição especial de aniversário repleta de mensagens de autoridades, empresas e demais segmentos e um jornalismo que conta um pouco de nossa querida cidade. O JB está hoje nas bancas e na Praça de Eventos 2 de Julho. Uma pena que não o prefeito cortou o desfile cívico que agrada tantas famílias.

Um presentão de Requião e Cattalini!

Será muito difícil nossa cidade ganhar um presente melhor nos próximos anos que este que o governador Requião e a Cattalini estão nos dando que será a construção do Aquário Marinho (foto). Um mega investimento turístico de cinco milhões de reais que vai impulsionar o turismo na cidade e fomentar nossa economia local. É claro que esta história de só poder ser construída no lugar da Ferradura é papo furado, porque lugar por ali é o que não falta. Além do mais se já dragaram o rio Itiberê para fazer a Praça de Eventos, poderemos dragá-lo um pouco mais e fazer o Aquário as margens do rio, não sei. Mas que esta foi à melhor noticia desde o início da gestão de Requião, isto não se pode negar

Eleição 2008 não acabou!


E não é que a eleição municipal 2008 ainda não terminou. Isso mesmo, a campanha onde reelegemos o nosso prefeito Baka continua a todo vapor no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná. Nesta quinta-feira rola no TRE, a 54ª sessão de julgamento onde foi julgado os Recursos Eleitorais 7711e 6869 da alegação de possível abuso do poder econômico e de autoridade e prática de conduta vedada aos agentes públicos pelo nosso prefeito reeleito. A briga, agora, é do Ministério Público Eleitoral e o que chama atenção é a quantidade de advogados que atuam na defesa do prefeito, nada mais nada menos que 14. É mole. Mas esta informação trarei na próxima semana.

Reforço dos agentes e professores!


Nesta quarta-feira, surpreendentemente, o auditório da prefeitura ficou lotado na audiência pública que apresentou o Programa Integrado de Desenvolvimento Social e Urbano – Paranaguá no Rumo Certo, do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Lembro-me bem que estive na audiência anterior e apenas 32 pessoas participaram a maioria de comissionados da administração, pude contar duas pessoas que não tinham nenhuma ligação com o Poder Público na época. Assim fiquei surpreso com o público de cerca de 350 pessoas. Mas a surpresa passou depois que falei com uma agente de saúde que falou que elas foram convocadas para participarem da audiência da mesma forma que professores e pessoal da educação. Lotação explicada. Esta agente disse que não atendeu o chamado, porque agora elas estão sendo obrigadas a assinarem o ponto quatro vezes na unidade de saúde durante o dia. Com isso acabam comendo e não almoçando com seus familiares. Isto quando não precisam fazer o almoço.

Veja até quem lê o Jornal dos Bairros

O JB que por 11 anos veiculou de forma gratuita, desde o dia 13 deste mês está nas bancas e comércios de nossa cidade. Neste período não só o povão, mas personalidades já vinham acompanhando o JB e, agora, estão comprando nas bancas. Veja até quem lia e ainda lê o JB.





Presente de Grego nos 361 anos

Quem vai passar o aniversário dos 361 anos de nossa cidade é o quadro funcional da prefeitura que vai curtir as festividades sem um centavo sequer. Isso mesmo, a grana dos servidores não saiu e a previsão do pagamento é para sexta-feira. Ou seja, no último dia deste mês. Menos mal para eles que receberam neste mês o salário de junho.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

"Pardais" da Bento Rocha: descartáveis e enferrujados


Um péssimo exemplo do mau uso do dinheiro público em nossa cidade pode ser visto na Avenida Bento Rocha com o estado precário dos radares (Pardais)que, além de não funcionarem estão com nitidamente enferrujados.

O que chama a atenção é o fato de a prefeitura não tomar nenhuma atitude em relação aos radares, ou seja, retirando os aparelhos sem uso e danificados para consertá-los, jogá-los fora, vendê-los para o ferro-velho ou coisa parecida.

E tem mais com tanta grana acumulada no Demutran oriunda da ativa indústria da multa em pleno valor no centro da cidade, porque razão aquele equipamento está lá, apesan para assustar os motoristas de fora.

Uma vergonha e uma prova de incompetência na administração da coisa pública.

Concretagem não suportou quatro anos



Faltando um mês para completar quatro anos de sua inauguração, a precariedade de alguns trechos da concretagem na Avenida Bento Rocha, surpreende pelo fato da Construcap garantir uma vida útil de trinta anos para as vias de acesso ao porto de Paranaguá.

Obra do Governo do Estado que custou aos cofres públicos a quantia de R$ 15,937 milhões tinha um prazo de conclusão de seis meses, mas levou o dobro de tempo para ser entregue ao município.

A opção pela concretagem se deve ao fato do desgaste diário da malha viária em razão de cerca de três mil caminhões que trafegam pela cidade. Foram concretadas cerca de 25 quilômetros que melhoraram as avenida Bento Rocha, Governador Manoel Ribas, Coronel Santa Rita, Portuária, Coronel José Lobo e as ruas Professor Cleto, Antonio Pereira, Manoel Bonifácio e Barão do Rio Branco.

Porém, a durabilidade da concretagem deixa a desejar em dois trechos da Avenida Bento Rocha que se tornaram perigosos para o tráfego de veículos pequenos e até mesmo caminhões. O primeiro fica diante da escola municipal Randolfo Arzua onde o concreto está quebrado e em péssimas condições.

Motoristas são obrigados desviar de uma parte do concreto que formou um buraco. O segundo trecho que está numa situação ainda pior fica ao lado do muro do Terminal da Cattalini e há poucos metros do semáforo que fica na Avenida Coronel Santa Rita.
A possibilidade de acidentes em ambos os trechos é iminente e até o momento nenhuma providência foi tomada para recuperar a via pública.

A obra foi realizada pela empresa paulista Construcap da família Capobianco que possui mais de 60 anos de atuação no mercado e que adota como compromisso “comunidade respeitada”, segundo sua página na internet.

Grana que não saiu para todos

Somente os funcionários do quadro da prefeitura e cargos de simbologia DAS 4 a DAS 6 fecharam a terça-feira com um sorriso nos lábios. Isto porque a prefeitura pagou a grana deste pessoal depois das 18 horas, mas teve um bocado de gente que ficou no prejuízo e só vai receber o pagamento de junho no mês de julho. Quem é este time que ficou chupando o dedo ontem a noite e que passou o maikor estresse no caixa do Banco do Brasil? Os comissionados de simbologia DAS 1 a DAS 3 e os últimos 45 CC-8 que acabaram por força da justiça. Estes sim foram vítima de uma tremenda sacanagem, apesar de levarem o pé na bunda de maneira legal, ainda ficaram a ver navios no mês de sua degola e só vão ver a cor do último dinheiro na próxima sexta-feira.

Acabou a "boquinha" na prefeitura!

Por enquanto o que o prefeito Baka falou está valendo e ainda não vi nenhuma nova nomeação de cargo comissionado na imprensa oficial e na privada. Em nosso último encontro Baka disse com todas as letras que não tem mais nenhum cargo comissionado na prefeitura e pelo jeito a coisa é séria mesmo. E disse mais, que vai investir numa grande reforma administrativa extinguindo assessorias que ele mesmo criou. Até mesmo um bom número de "cargos invisíveis" serão defenestrados por esses meses, cerca de 35 pelo menos. Vejo tudo isso com bons olhos, afinal, é a necessária oxigenação e enxugamento da máquina amdinistrativa, apesar do ônus de perder o cargo que me foi prometido. Quem assim comece sobrar dinheiro para investor na segurança do Hospital do Povo que já foi alvo de furto algumas vezes, nos postos de saúde e por aí afora.