segunda-feira, 16 de março de 2009

Teatro da Ordem retoma sua origem


Finalmente o Teatro da Ordem retomou sua origem e voltou a ser igreja. Esta acertada decisão de devolver o prédio à Mitra Diocesana nos deu um novo espaço para cuidarmos de nosso espírito, agora, todas as segundas-feiras ao meio-dia. Como disse em minha coluna no jornal Folha do Litoral foi uma ideia infeliz, para não dizer idiota, transformar aquele espaço em teatro.

O local é horrível, palco pequeno, iluminação é um desastre e a acústica não funciona. Nunca soube de uma peça com 400 espectadores como falou François Rios na comunidade Debates de Paranaguá, que abriga muitos viúvas e viúvas de Roque, Nélio e Maron Filho, como o próprio François. Até porque um público assim seria notícia e não lembro de ter lido ou ouvido na rádio sobre esta façanha.

Na única vez que lá estive, fiquei mais de uma hora sentado numa cadeira de plástico assistindo a encenação e saí de lá com uma dor nas costas. Neste dia tinha pouco mais de 20 pessoas assistindo a peça que por sinal era boa e realmente era do Irajá Pereira, com chutou e acertou François.

Só que aquela palhaçada de quererem brigar para que o Teatro da Ordem fosse mantido foi a maior prova da mais pura politicagem burra, aquela que é feita por fazer, por ser oposição, por dor de cotovelo mesmo de ter perdido uma eleição, coisa boba e sem futuro. Até porque tratava-se de uma situação irreversível. A briga tem e precisa ser pelo imediato funcionamento do novo Cine-teatro, isto sim, é uma causa que deve ser abraçada.



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